JAZZ

sexta-feira, 28 de maio de 2010

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Chicago, inverno de 1940.
Parecia que todas as pessoas já haviam chegado e o show teria seu inicio.
Passava da 1h da manhã, quando a cortina de veludo se abre empurrada por uma luva de cetim. Todo o salão pára para assistir a entrada triunfal
Adentra então uma moça ruiva de cabelos longos, brilhantes e sedosos. Vestia um tomara-que-caia preto, longo, colado as suas curvas generosas. A fenda até o meio de suas coxas conferia ao seu caminhar, sensualidade, num jogo de exibe/esconde.
A cigarrilha, o batom carmim e pele alva eram detalhes à parte.
Ao fundo, os trompetes...


=)

LUA

segunda-feira, 24 de maio de 2010

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De índole romântica
Ela é a lanterna dos apaixonados
Estrela guia da boemia
Musa inspiradora da poesia.


=)

UNIR OS PEDAÇOS

sexta-feira, 7 de maio de 2010

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Cá estou eu sem saber quem eu sou
juntando os cacos e
unindo os pedaços do que restou.
Cá estou eu, questionando os porquês
de gostar tanto de você
Cá estou eu colhendo os destroços
do muro que desmoronou
O mundo caiu...
Vou me recolher
Me refazer
Me recompor
As cartas estão na mesa
O jogo acabou!


=)

RELAÇÕES HUMANAS

quarta-feira, 5 de maio de 2010

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E como são complexas as relações humanas...
Quem as consegue compreender? Quem as vive em sua plenitude sem se importar com o que as pessoas vão pensar, como irão ver, se é que vão entender?
São conceitos, aliás, são os preconceitos que engessam nossos sentimentos, que censuram nossos atos, que nos tacham e nos condenam.
Feliz a pureza da criança, que com sua inocência e curiosidade, aprende vivenciando que colocar o dedo na tomada dói; que correr parece divertido, mas ao cair, machucará o joelhinho; que um beijo da mamãe sara tudo e que o abraço espontâneo é a forma mais sincera de carinho.
O tempo passa...
Crescemos e aprendemos... desaprendemos...
Desaprendemos a amar e as formas de expressão nos escapam entre os dedos; desaprendemos a tolerância e o respeito ao próximo; desaprendemos a importância das relações humanas e que o homem é um animal que vive na coletividade.
Aprendemos a viver em nosso mundo e as nossas preocupações estão focadas em apenas nos proteger.
Proteger do quê? De quem? Por quê?
E a partir do o excesso de “proteção” cria-se uma rígida carapaça e nos tornamos sozinhos e mais individualistas. Somos filhos da sociedade do “eu me basto”, entretanto ficamos aflitos e sem reação quando um tal “amor” nos bate à porta. E as dúvidas ecoam pelas noites em claro:
- e agora, o que fazer?
- como reagir?
- como não me machucar?
- o que fazer?
- arrisco um envolvimento?
- será que vai dar certo?
BaH BaH BaH! Deixe de lado as neuroses da vida moderna.
Permita-se!
Envolva-se!
Viva!
Abra seu coração (e sua mente) para as relações humanas.
Entregue-se de alma limpa e cara lavada.
A vida é cíclica e a cada ciclo, um aprendizado e um novo recomeço.


=)