Deixe ir...

terça-feira, 5 de setembro de 2017

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Olha, a gente ama. Ama muito, vive toda uma história que pode ser de uma noite, um mês, um ano, dez anos. Não é questão de tempo e sim de intensidade.

A gente aprende cada detalhe do outro. Os medos, o que faz rir e deixar os olhos pequenininhos, as pintas do corpo que se tornam mapas, os defeitos, o que torna o outro único.

Fazemos planos. Ninguém começa um relacionamento, seja ele do tipo que for, pensando no fim. A gente pensa que vai durar a vida toda, afinal, o amor é um sentimento que não liga muito para o tempo. Mas, aí… Alguma coisa acontece.

Pode ser um desgaste natural, pode ser uma falha grave de um ou dos dois, pode ser qualquer coisa, que acabe falando mais alto que o amor. Acontece. O amor sozinho não sobrevive. Ele precisa de outros sentimentos dispostos a existir.

E agora? É difícil, não é? Saber que o futuro que a gente imaginou virou passado antes de acontecer. Saber que a pessoa que a gente ama e amou durante tanto tempo vai seguir outro caminho e nem vamos saber. A toalha continua sendo deixada em cima da cama? O perfume é o mesmo? Aquela série que vocês descobriram juntos, ainda é assistida?

São tantas perguntas e nenhuma resposta. É chegada a hora de deixar ir, deixar a história passar, a página virar, a vida seguir. Mas não é fácil não. Porém, é muito necessário.

A gente tem que saber a hora de dizer adeus. Quando as lembranças machucam mais do que alegram. Quando a nossa vida parece estar no pause esperando a história voltar para continuar. Quando o nosso coração diminui o ritmo por medo de sentir de novo.

Deixar ir não é esquecer. Ninguém esquece uma história que foi amor. Deixar ir é ter a consciência de que tudo bem. Durou o tempo que tinha que durar, gerou os aprendizados que tinha que gerar, os erros cometidos serviram de lição, a saudade que chegou serviu para lembrar de que foi real.

Deixar ir é a última prova de amor ao outro e a primeira prova de amor próprio. A gente sobrevive. Acredita em mim. No começo, dói. A gente tem que reaprender a viver sem uma parte que parecia essencial. Mas não. Essencial é ser inteiro. E ser inteiro é saber que ainda que nos partam, continuaremos completos.

Deixe ir. Não procure. Não busque por notícias, não se apegue ao que passou, não se prenda ao que já não é mais. A vida está aí. É uma só e pode ser tão linda quanto você quiser que seja. Siga amando, tudo bem. Mas siga se amando mais.

Deixe ir o que já foi. Deixe chegar o que ainda vai ser.

Fonte: EOH

Não vim pra acabar com a sua "vidinha de balada"

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

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Nas minhas andanças pela internet, encontrei esse texto.
Resolvi compartilhar/copiar. 


Não vim pra acabar com a sua "vidinha de balada", pelo contrário, eu tô aqui pra somar, pra ser o que ninguém jamais foi pra você! Eu quero mesmo é que você me mostre pro mundo, me apresente pros amigos que você tanto fala, que me torne a sua melhor companhia e confie em mim pra ser além de amor a sua melhor parceria.

Eu quero mesmo é que a gente tire a carga dos ombros, que faça planos pra viajar e rodar o mundo se preciso for. Eu quero mesmo é ter pra quem ligar depois de um dia tumultuado no trabalho. Quero mesmo é ter alguém pra dividir a cama, os problemas, as piadinhas sem sal, a pizza gelada no café da manhã, a conta na netflix e porque não a cerveja do final de semana? Eu quero mesmo alguém que supere minhas expectativas

Que me faça dar risadas dos problemas passados, e que seja o otimismo quando eu já houver desacreditado. Eu quero mesmo é ter você comigo, pra escrevermos juntos uma história diferente de tudo que já vivemos por aí. Quero que a gente continue sendo base, e independente da onde estivermos, um vai ser a força do outro pra não deixar que as coisas desandem.

Seja em casa de pijama, ou na balada em um dia qualquer, você vai ser sempre a minha melhor escolha e a certeza de que juntos nós somos muito melhores, é imbatíveis.

Texto original: Rogério Oliveira