ÚLTIMA VISITA

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

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Dias de ansiedade à espera da visita que não vem,
Do encontro que não aconte
Do desejo que não mais apetece.
Foi tudo reprimido, engolido, escarrado e cuspido
Criou-se um muro de proteção
Para suprir tamanha dor no coração
Está ai a verdade para quem quiser ver...
Um dia te amei, amei em vão
E agora resta apenas as feridas em meu coração

=)

AO MEU GRANDE AMOR

terça-feira, 19 de outubro de 2010

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Estou tão feliz em encontrar você, que mal caibo dentro de mim
Minha contentação é tamanha que irradio alegria aos quatro ventos
Como é gostosa a sensação do manifesto da mais simples forma de felicidade
É o sorriso brota do coração e sobe à face...
Incondicional, puro, limpo e sincero.
Quanto tempo se passou... e mesmo assim, não esqueci o quão bem você me faz.
É você, meu grande amor, que embora tão distante, sempre esteve tão perto.
Presente em meus pensamentos, visitou-me inúmeras vezes apenas em sonhos e durante, tocava suavemente minha alma
Você, meu grande amor, que me ensinou, à duras penas, sob muito sofrimento, que é preciso ter paciência e que quem espera sempre alcança...
Mas é por você e apenas por você que aprendi a ser mais doce,
Compreendi seu controle, aprendi com seu ciúme e aceitei seus defeitos
Respeitei seu espaço, entendi seu comportamento e enxerguei seu jeito de dizer “te amo”
Porque é por você que me coração palpita...
... que meu sorriso se abre
... que meus olhos se iluminam
É você, meu grande amor, que meu corpo deseja
E é no aconchego de seus braços anseio ficar
É por você, e unicamente você que ocupa meus pensamentos
E é você que vou amar!


=)

Encerrando ciclos

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

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Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final…
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu….
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora…

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.

Esqueça quem você era, e passe a ser quem é.




Esse texto foi indicação de um amigo.
Foi extraído, na íntegra, do blog
Ao le-lo fiquei pensando....
Entender que um ciclo se findou nem sempre é uma tarefa fácil.
Entender que é necessário terminar A para alançar B nem sempre nos é compreensível e talvez, justamente por não sermos capazes de compreender seja esta uma tarefa tão dolorosa. E angustia que nos causa querer compreende-las e não conseguir é incomensurável. Mais frustante é ainda quando não compreendemos a lei básica da Física: dois corpos não ocupam o mesmo espaço, logo, temos que finalizar A para executar B e ao fazer, temos que tirar A da mesa.
Penso que o "trauma" esteja na palavra FIM.
Então sugiro uma mudança, praticamente um plano diabólico.
Que tal enganarmos a nossa massa cinzenta? (rs)
Ao invés de "encerrado", vamos utilizar "concluído". Desta forma nosso cérebro remete a uma tarefa executada com êxito. (AFF! Isso me lembra checklist corporativo)
Mas se esta é a melhor forma de compreendermos que a nossa tarefa foi concluída, que o ciclo foi concluido, que mais um passo foi dado e que possamos então estar "livres" para cumprir novas tarefas, avançar mais degraus e concluir mais e mais ciclos... que assim seja!
E que venha a próxima tarefa!


=)

Agora está tudo explicado...

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

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"Os homens não conseguem desejar a mulher que amam, nem amar a mulher que desejam." (Lacan)


=)