Paciencia

domingo, 30 de agosto de 2009

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VALOR DO TEMPO

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Qual o valor do tempo? O que ele significa?
Em meio a uma sociedade em que a comunicação tornou-se instantânea, as barreiras geográficas foram quebradas; os relacionamentos são apenas por uma noite; os produtos, descartáveis e os valores, mutantes.
Todo mundo vive atrasado, o relógio é o imperador e as ordens vem sutilmente num simples passar de olhos pelos seus ponteiros, ecoando: “você está atrasado”.
Isso me fez lembrar do Relojoeiro Maluco, personagem de Alice no país das Maravilhas: estou atrasado, atrasado, atrasado.
E hoje?Alguém sabe esperar?
Esperar? A ansiedade vai parar onde com isso? Esperar é um martírio.
Eu quero agora, eu não sei esperar, eu não posso parar.
Um segundo, uma piscada, apenas o espaço da sinapse neural, é o minuto do pensamento. É pra já, pra ontem.
Perdi o valor do tempo, a sabedoria da paciência.

=)

APRENDEMOS COM AS ESCOLHAS

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

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Às vezes a vida quer nos testar e nos prega uma peça.
Coloca-nos frente a escolhas que nem sempre sabemos como lidar. Então aparecem ad dúvidas e incertezas.
Qual caminho tomar mediante a uma enxurrada de variáveis?
Ai surgem os “ses”, “ifs”, “sis”...
Na ânsia aceitamos o novo desafio, vamos desbravar o desconhecido e no meio do caminho descobrimos que aquela não foi a escolha certa, não era o que esperávamos. Pronto! Cá está a decepção e a quebra da expectativa e a desmotivação. E o que esperar disso?
O que concluir com essa experiência?
É digno voltar e recomeçar, por isso admita: Eu fiz a escolha errada e quero uma segunda chance.
Aprenda a valorizar o que tem em mãos, pondere o valor de cada objeto, de cada relação, de cada sensação.
Embora em certas ocasiões as escolhas sejam dolorosas, elas fazem parte do nosso crescimento.

=)

A COESÃO DO INCOERENTE

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

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Nem sei mais quanto tempo faz que não que eu não paro para escrever.
E também, escrever o que? Tudo caminha dentro dos conformes da vida moderna e em total sintonia com o binômio casa-trabalho, trabalho-casa.
Agenda cheia de atividades rotineiras, um marasmo total, nada de especial.
Nada que me cause uma emoção, uma explosão, uma dúvida, uma inquietude de pensamento, que me provoque, me instigue....
E agora, me vejo na mais perfeita cena da típica adolescente em crise existencial.
Altas horas da madrugada e cá estou eu , jogada na cama, escrevendo com o caderno no colo e o lápis na mão. No papel, palavras jogadas e rabiscadas vão fluindo, se unindo e formado um texto ora coeso, ora incoerente.
E a vida lá é coerente?

=)