CAMPEÃO

terça-feira, 25 de março de 2014

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Porte atlético, sempre bem trajado e um perfume... huumm...
Dono de um sorriso encantador, charme galanteador e a segurança que só os cabelos grisalhos puderam lhe proporcionar ao longo dos anos. Como se diz por aí, um perfeito "dom juan".
Sedutor, o típico homem à moda antiga, que abre a porta do carro, paga a conta do restaurante, manda flores e bombons. Ele sabe como ganhar uma mulher pelos gestos, pelo bate-papo descontraído, pela serenidade e sutileza. É misterioso, educado, culto, inteligente, religioso
Estar em sua companhia é sentir-se protegida, segura e muito confortável.
As horas voam, o tempo escorre entre os dedos...
Em contrapartida é receoso e joga com a guarda alta.
Será mesmo que o objetivo é ter toda essa proteção?
E como transpor essa barreira? Como chegar até o grande prêmio?
E no jogo da vida, quem será o campeão?


=)


William Shakespeare

sexta-feira, 21 de março de 2014

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Aprendi que amores eternos podem acabar em uma noite.
Que grandes amigos podem se tornar grandes inimigos.
Que o amor sozinho não tem a força que imaginei.
Que ouvir os outros é o melhor remédio e o pior veneno.
Que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal, 
gastamos uma vida inteira para conhecer a nós mesmos.
Que os poucos amigos que te apoiam na queda, 
são muito mais fortes do que os muitos que te empurram.
Que o "nunca mais" nunca se cumpre, que o "para sempre" sempre acaba. 
Que minha família com suas mil diferenças, está sempre aqui quando eu preciso.
Que ainda não inventaram nada melhor do que colo de mãe desde que o mundo é mundo.
Que vou sempre me surpreender, seja com os outros ou comigo.
Que vou cair e levantar milhões de vezes, e ainda não vou ter aprendido TUDO."
Estamos aqui de passagem..

Frase do dia

quinta-feira, 20 de março de 2014

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“Preciso de oposição, de alguém que me incomode. Isso me motiva a lutar por aquilo que estou fazendo.” Frederico Fellini

O que você precisa saber antes de morar em mim

segunda-feira, 17 de março de 2014

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Se os meus olhos são as janelas da minha alma, minha boca é a porta e, o beijo que acabo de te dar – a chave. Peço que repare na bagunça e pense, pense muito bem antes de entrar. A casa é pequena, mas comporta muitas coisas. Os cômodos do meu coração estão abarrotados de tentativas, repletos de receios, e guardam pilhas intermináveis das minhas mais vulneráveis expectativas.

Agora me responda: Tem certeza que quer entrar? Se a resposta for positiva, peço que entre com calma. Na sala do meu coração você encontrará centenas de filmes, que me fizeram rir e chorar – no abrigo de outros braços. Músicas que embalaram altos e baixos – com outros amores. Muitas fotos de viagens que fiz e coisas que quis, mas que hoje não passam de antigos e distantes rumores.

Na cozinha você sentirá o cheiro de muitos jantares. Temperos que eu costumava adorar e hoje já não posso suportar. Velas apagadas pela ação implacável do tempo. Talheres que alimentaram outras bocas e taças que embriagaram outros corpos.

Meu banheiro exala o cheiro de tantos perfumes, sabonetes e loções – quanto de decepções. Fios de cabelos distintos entopem o ralo do esgoto, enquanto escovas de dente diversas ocupam o chão. A água do meu chuveiro já lavou outros suores e o espelho sobre a pia já refletiu dias melhores.

O quarto do meu coração é o cômodo mais bagunçado, guarda tantas lembranças boas – quanto amores dilacerados. Nele você encontrará todo o prazer que dei e recebi. Todas as lágrimas que derramei e todas as alegrias que senti. Vários livros de cabeceira. Roupas por todos os lados. Noites em que fui feliz, e outras em que desejei dormir e nunca mais ter acordado.

Agora preciso que me diga: Tem certeza que quer continuar? Sim? Então caminhe até o quintal. Lá você verá quem fui e quem sou. Os espinhos que colhi, quando flores plantei e os fracassos que colhi – quando esperanças semeei. Mas verá também um pedaço de terra fértil, que resistiu bravamente e, anda precisando – urgentemente – de água, adubo, calor e amor.

Agora me responda com toda a sinceridade que reside em ti: Deseja assumir a responsabilidade de revitalizar a minha horta? Quer me ajudar a varrer o chão, lavar os pratos e pintar as paredes? Está disponível para me auxiliar na troca dos móveis e com a nova decoração? Carregará comigo todo o lixo para fora? Quer – do fundo do seu coração – habitar o meu?


Sim? Perfeito, cuide bem de tudo – a casa agora também é sua.

Não deixe que ela te escape

quarta-feira, 12 de março de 2014

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Amigo, te peço: não espere que ela esteja por um fio. Entende o que é por um fio? Eu me pergunto por que as pessoas precisam estar a um passo de perder alguém para realmente se darem conta do valor dela. E eu nunca acho resposta. 

Talvez seja o próprio medo da perda que amplifique o tamanho de algumas. Talvez seja a vida tentando mostrar que não será a mesma sem aqueles sorrisos, aquela presença, aquela diferença. Talvez seja a falta de saber ficar sozinho que desespera quem está prestes a ficar assim.

Esqueça as outras meninas que nunca fizeram sentido e não importaram. Esqueça as noites mal dormidas com pessoas vazias e de papel que se desmanchavam ao chegar do dia. Eu estou falando da que realmente importa, da que faz diferença. Daquela que, quando tudo parece que vai desabar, é para os braços dela que você corre. É quem você pergunta como foi o dia, pra quem você quer contar como foi o seu. É ela. E você sabe.

Seja cauteloso e pense bem. Não faça nada impensado. Aliás, faça. Saia de casa agora e vá atrás dela. É! Vai! Eu posso passar a tarde inteira enumerando motivos, razões, conselhos e outras bobagens que podem entrar por um ouvido seu e sair pelo outro. Mas que, de verdade, espero que saiam da minha boca para tocar diretamente no seu coração. A gente perde muito tempo com quem não gosta tanto assim, tanto num sentimento de você para com a pessoa quanto de volta. Resumindo, vive uma falta de recíproca absurda.

Falo contigo agora, amigo, porque vejo que ela se colocou em suas mãos. Vejo que ela selou o destino e não quer ninguém além de você. Ela é sua. Tão difícil pensar que alguém está entregue assim, não é? Talvez, quando a gente se dá também assim, consegue se mensurar que dá pé o amor – ainda que todo amor não tenha fundo e seja preciso mergulhar. Quantos segundos você aguenta sem respirar? Quantas vezes você consegue abrir o olho embaixo d’água? Quão longe você acha que pode ir nadando?

E quanto você é capaz de ficar sem ela?

É apenas um pedido: não a deixe se distanciar e ficar à perigo. Não a perca. Não dê esse mole, essa chance pro azar. Já disse que ela é sua, mas não brinque de deixá-la solta. Sempre pode aparecer alguém para pegar o que a gente deixa de lado. Agarre-a. Mais forte que o abraço apaixonado que já presenciei entre vocês. Beije-a. Mais vezes do que todas as vezes que beijou na vida. Declare-se. Só que não apenas com palavras.

Ame-a. Mais do que ela acha que é possível o amor amar.



OS PORQUÊS

sábado, 8 de março de 2014

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Mais uma vez a mente começa a brincar...
Aqueles que me conhecem mais intimamente sabem que o meu cérebro não para e sempre me questiono bastante e busco analisar uma determinada situação por diversos ângulos. Isso, muitas vezes, me coloca diante de tantas variáveis que acabo por não concluir nada e ficar mais confusa ainda, tamanho o número de possibilidades e variáveis.
Esse é mais um desses momentos. E desta vez resolvi expô-lo exatamente como borbulha em meu cérebro:
- por que as pessoas não dizem claramente o que pensam?
- por que não expressam exatamente o que sentem?
- por que não falam tudo aquilo que precisa ser dito?
- por que a sociedade está cercada de metáforas e eufemismos. Dezenas de milhares de indiretas e jogo subentendidos nas entrelinhas?
- por que é tão difícil compreender tudo isso?
- por quê? Por quê? Por quê?
Tudo seria tão mais fácil e menos doloroso se fosse mais simples, mais direto e objetivo.
Onde estão os psicólogos, psicanalistas, antropólogos, filósofos e cientistas sociais que acompanham o blog? Vamos invocar também os literatos, assim formamos um conselho e tentamos decifrar os porquês e as metáforas.  (agora consigo imaginar o sofrimento que os poetas sentiam quando expunham seus poemas...)
E quem pensa que a Matemática é a mãe dos problemas ainda não parou sequer um minuto para questionar sobre a humanidade e toda a sua complexidade.
Se somos instruídos a focar, traçar um objetivo e seguir metas para alcançá-lo, onde está toda essa objetividade e simplicidade do universo?
Ou será que é toda a sua subjetividade que o torna tão mágico?



=)