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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Ser amanda


Toda mulher quer ser desejada, o que é comum, pois quem não sonha ser?
O que os homens de verdade desejam ver?
Primeiramente, desejamos enxergar quais são os valores destas mulheres!
O que estas mulheres têm à oferecer?
Nós enxergamos muito além das futilidades que vocês se preocupam em mostrar
Um homem de verdade enxerga um belo sorriso através de um extravagante batom, o batom é só um detalhe que irá colorir a sua deliciosa boca
Um homem de verdade enxerga a verdadeira essência da simplicidade no modo como você o olha enquanto mastiga o alimento, ele não está preocupado se você sabe manejar o talher ou comer de hashi
Um homem de verdade não está preocupado no detalhe da lingerie, se ela possui um lacinho, uma renda diferente ou somente um fio para chamar a atenção, ele degusta com os olhos cada curva do seu corpo nu e pensa: estou entregue à tudo isto, graças a Deus
Um homem de verdade admira o seu cabelo, por isto é importante sempre mantê-lo limpo
Um homem de verdade admira uma mulher firme e pé no chão, portanto querida, desça já do salto ou caia dele
Um homem de verdade quer uma mulher de fibra e não de fibra de telha brasilit
Uma mulher que reme junto nas dificuldades de se tocar um barco e não uma que vai embora e leva os remos
Um homem de verdade admira os pensamentos de uma mulher organizada, se você não consegue organizar o seu guarda-roupas e o seu canto, imagina a sua vida?
Um homem de verdade adora uma mulher que lê, desta maneira ele terá sempre alguém com a mente afiada para poder compartilhar a sua vida de maneira inteligente, mas não pode esquecer de que a mente também deve ser organizada
Um homem de verdade não se importa com o seu sotaque, ele não se importa se você tem dentes super brancos, mesmo porque, ele sabe que dos doze problemas bucais o pior é falar asneira o tempo todo, mas ele entende que asneiras às vezes são boas quando são transformadas em idiotices para sorrir
Um Homem de verdade não é hipócrita a ponto de dizer que não admira um bumbum perfeito, mas acredite: ele não se aventura por isto e vai preferir ficar sozinho ao invés de se aventurar com você que rebola na ânsia de mostrar a única coisa que acha boa. Querida, acorda! Bumbum perfeito não existe e mesmo que você ache isto do seu, como ele vai estar daqui há 10 anos? Nós, homens de verdade, nos respeitamos e pensamos sim com muito orgulho, primeiramente, com a cabeça de cima a qual nos nutre com inteligência
Um Homem de verdade tira exemplos alheios e analisa cada detalhe antes mesmo de conhecê-la ou no momento em que a conhece, você pode até enganá-lo, mas nunca conseguirá sustentar algo com quem possua caráter
Um homem de verdade se respeita, é discreto e gosta de encontrar em uma mulher o seu reflexo, do que adianta a fama se você não poderá mantê-la? A vida é curta e a probabilidade de você morrer sozinha é grande, a probabilidade de você estar sempre sozinha é grande, a probabilidade de você estar sempre em um relacionamento medíocre é enorme
Comece a se organizar para encontrar um homem de verdade, você só vive na lama porque realmente quer e lembre-se: um homem de verdade te abraça para sempre, o que se diz homem de verdade e tenta provar antes de tudo a masculinidade, te abraça por uma noite, depende do que você quer.

Deividi Lima.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

A incrível geração de mulheres que foi criada para ser tudo o que um homem não quer

Esse texto virou um viral na internet.
Milhares de compartilhamentos, mas é simplesmente sensacional.
Confesso que me vejo descrita em cada parágrafo, em casa frase. E com certeza meu pai sentia muito orgulho de mim quando via os meus "10" do colégio, de como aprendi a beber um bom vinho, a apreciar uma boa cerveja... muito mais do que quando me maquiava para sair...
O texto é grandinho, mas garato que valha a leitura

=)





Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.
Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.
Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.
Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.
O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens,  homens e velhos homens.
O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?
Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.
Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro.  Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas, escuta, alguém  lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?
Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.
“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”
Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.
O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?
E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.

No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.


quarta-feira, 12 de março de 2014

Não deixe que ela te escape



Amigo, te peço: não espere que ela esteja por um fio. Entende o que é por um fio? Eu me pergunto por que as pessoas precisam estar a um passo de perder alguém para realmente se darem conta do valor dela. E eu nunca acho resposta. 

Talvez seja o próprio medo da perda que amplifique o tamanho de algumas. Talvez seja a vida tentando mostrar que não será a mesma sem aqueles sorrisos, aquela presença, aquela diferença. Talvez seja a falta de saber ficar sozinho que desespera quem está prestes a ficar assim.

Esqueça as outras meninas que nunca fizeram sentido e não importaram. Esqueça as noites mal dormidas com pessoas vazias e de papel que se desmanchavam ao chegar do dia. Eu estou falando da que realmente importa, da que faz diferença. Daquela que, quando tudo parece que vai desabar, é para os braços dela que você corre. É quem você pergunta como foi o dia, pra quem você quer contar como foi o seu. É ela. E você sabe.

Seja cauteloso e pense bem. Não faça nada impensado. Aliás, faça. Saia de casa agora e vá atrás dela. É! Vai! Eu posso passar a tarde inteira enumerando motivos, razões, conselhos e outras bobagens que podem entrar por um ouvido seu e sair pelo outro. Mas que, de verdade, espero que saiam da minha boca para tocar diretamente no seu coração. A gente perde muito tempo com quem não gosta tanto assim, tanto num sentimento de você para com a pessoa quanto de volta. Resumindo, vive uma falta de recíproca absurda.

Falo contigo agora, amigo, porque vejo que ela se colocou em suas mãos. Vejo que ela selou o destino e não quer ninguém além de você. Ela é sua. Tão difícil pensar que alguém está entregue assim, não é? Talvez, quando a gente se dá também assim, consegue se mensurar que dá pé o amor – ainda que todo amor não tenha fundo e seja preciso mergulhar. Quantos segundos você aguenta sem respirar? Quantas vezes você consegue abrir o olho embaixo d’água? Quão longe você acha que pode ir nadando?

E quanto você é capaz de ficar sem ela?

É apenas um pedido: não a deixe se distanciar e ficar à perigo. Não a perca. Não dê esse mole, essa chance pro azar. Já disse que ela é sua, mas não brinque de deixá-la solta. Sempre pode aparecer alguém para pegar o que a gente deixa de lado. Agarre-a. Mais forte que o abraço apaixonado que já presenciei entre vocês. Beije-a. Mais vezes do que todas as vezes que beijou na vida. Declare-se. Só que não apenas com palavras.

Ame-a. Mais do que ela acha que é possível o amor amar.