sexta-feira, 3 de julho de 2009

PUBLICIDADE



Impossível eu não publicar isso.
Minha mãe sempre falou: "Estuda, menina!!!"
- Não, mãe. Quero ser publicitária
Deu no que deu.(rs)
Eu falo, falo, falo... mas amo muito tudo isso.
Para quem não conhece... a realidade é mais ou menos essa mesmo.
Gira muito glamour em torno na profissão, os profissionais de criação tem síndrome de artistas, o ego... que ego? Eles tem super egoinflado e fazem biquinho sim quando a arte da majestade não é aprovada.
Agência é uma mistura de tribos: artistas, nerds, bajulados, bajuladores, arroz-de-festa, futeis (os atendimentos são sempre futeis e cá entre nós, os clientes adoooooooram...rs). Mas no dia-a-dia a gente rala muito. São 10, 12, 16 horas em frente ao PC, conectado à internet, ver e-mails, telefone, celular, MSN, twitter...
É um corre-corre, sem tempo pra nada, tudo pra ontem.
É o dinheiro do cliente que está na suas mãos, a logomarca dele (leia: filho dele)e tudo isso precisa ser administrado com muito carinho.
É o profissional, depois dos médicos, que mais sofre com stress.
Mas é o isso que eu amo incondicionalmente
É o que eu escolhi pra mim, pra minha vida.
Sabia SIM que ia ser assim e acho que não sei fazer diferente.
Gosto não se discute, não é mesmo... lamenta-se...rs
Porque é o jingle da Coca-Cola que está no meu celular
Porque é sobre brands que eu gosto de ler
Porque o consumo é mal, mas é mágico.
Porque eu amo muito tudo isso

=)

domingo, 21 de junho de 2009

BALANÇO FINAL

Acabou o que sequer começou...
E chegou a hora de parar para fazer o balanço.
Analisar tudo o que passou, tudo o que foi vivenciado e tirar algum aprendizado
Por que senão, de que adiantou?
Se não aprendeu nada, para que serviu?
De uma visão à la Polianna, pontuo que...
... aprendi a respeitar mais as diferenças;
... compreendi melhor o comportamento humano;
... convivi em harmonia com as diversidades;
... respeitei a fuga;
... aceitei o momento de refúgio;
... entendi porque nem sempre tudo é o que parece ser;
... cedi em prol do meu próximo;
... valorizei mais o amor que recebi dos meu pais,
porque só damos aquilo que temos para dar e dando que se recebe;
... agradeci porque tenho meus amigos, o meu apoio
... imaginei quão triste seria se não fosse assim.
E do balanço final, subi mais um degrau.
Agora sou mais forte, mais completa, mais humana.

=)

quinta-feira, 18 de junho de 2009

DEU UMA PREGUICINHA...

Eu confesso... deu uma preguicinha de pular da cama essa madrugada para vomitar, isso mesmo, vomitar o rascunho do texto que nasceu durante a madrugada.
Estava muito frio, a cama estava quentinha e eu tinha conseguido me aconchegar naquele instante. Ir até o outro quarto, é, outro quarto porque sou uma "sem quarto", e pegar meu caderno, meus rascunhos não seria lá uma boa idéia.
Aqui vale um parenteses: escrevo à moda antiga sim! Amo tecnologias, mas coloco as idéias primeiro no papel e só depois transfiro para o PC (rs). E você? Você sabe o quanto é gostoso rabiscar? Rabiscar no sentido literal da palavra: papel, lápis...
A sensação é fantástica, experimente!
Só lembro que pensei: "Aaaaai, agora... Putz, que preguiça! Está frio... amanhã escrevo isso".
Enfim, para concluir, perdi o poema.
Que loucura!!! Como eu pude fazer isso?
Não sei, só sei que foi assim.
Você pode ainda me perguntar: "Brotam idéias de madrugada?"
Com carinho, respondo-lhe: "De madrugada sim. E o cérebro lá tem hora para trabalhar?"
Essa não é a primeira vez que isso me acontece e com certeza não será a última.
Sinceramente, espero que meu cérebro continue trabalhando muito!

=)

segunda-feira, 8 de junho de 2009

SÓ VOCÊ ME CONHECE

Estamos tão distantes,
E ao mesmo tempo tão perto.
Há tanto tempo... parece que era ontem
É tudo tão claro, tão simples
É sólido, rígido, duradouro
É franco, direto, exato.
Como 2 + 2 = 4
É! Não é!
É sim! Veja bem...
Eu não concordo, mas te respeito...
Tudo bem, gosto de você mesmo assim...
Em cada detalhe, lembro de você
Pra você... é a sua cara!
É alguém que me conhece como eu a mim mesma.
Meu amigo, meu irmão, te amo!

=)

sábado, 6 de junho de 2009

ANGUSTIA

Ah! Que angustia que me dá
Te ver e não poder te tocar
O tempo não passa...
Ando de um lado para outro
Invento mil e umas
E o ponteiro do relógio parece não colaborar
É difícil querer falar e não poder
Querer entender o incompreensível
Querer esquecer o que está aqui cravado.
Me seguro... Ah! Que angústia...
Eu quero gritaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar
E você? Onde está que não pode me ouvir?

=)

terça-feira, 26 de maio de 2009

Wordless

Mas o que vc esta olhando?
Você ainda esta olhando...
Você me procura ,me olha e me busca.
Busca, porque quando penso que já acabou, que estou livre do seu olhar e que isso tudo está resolvido, lá vêm eles de novo: seus dois olhos e seus diálogos interminavelmente profundos. Eles vêm me resgatar quando me dizem: “Olha eu aqui!”
Eu fico o tempo todo querendo provar ao mundo o que sou, quem eu sou. Mas diante dos seus olhos, é como se eu não precisasse disso. Eu não preciso disso. Eles vêm me dizer: “Silêncio agora”!.
Eles me dizem no silêncio.
Eu fico o tempo todo me esforçando por provar a pessoas sem valor, o meu valor. Mas vc me diz: “Eu te sei. Descansa agora.” E esse seu olhar vem me lembrar o de Cristo.
E você é tão cristao quanto não consigo ser.


domingo, 24 de maio de 2009

FRASE DO DIA...

Por que esquemos aquilo que não pode ser esquecido e não conseguimos esquecer o que precisa ser esquecido????

=)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Conto das Antigas


Miriam era uma mulher bonita. Alta, cachos negros, olhos vivos, desenho forte, confiante. Médica. Casada com Joaquim, um novo carcamano. Alguns anos mais jovem que sua esposa, mas parecia mais velho bem o dobro da idade que lhe davam. Estava sempre apegado `as suas idéias velhas, conservadoras, cheias de pó e juízo. Encontrava tempo para o seu piano e para suas reclamações costumeiras. Quase nada estava bom o dia todo – fora a sua música. Para Joaquim, os lugares bons eram sempre os mesmos – os mesmos velhos conhecidos e baratos!
Catarina tinha amizade pelos dois. Eram um casal que ninguém sabia se eram ou não. Ela era muito sociável. Estava sempre na maioria das festas e proporcionava também essas reuniões com os amigos sempre que dava espaço a sua agenda. Viajava muito, sorria bastante, gostava de cores – e essas lhe davam o sabor e o humor do dia. A fase era os tons de beringela. Espiritualizada e desejando sempre querer ser melhor, Catarina observava todas as coisas sempre, para obter a sabedoria que todos os dias pedia a Deus. Queria ser uma das 10 do harém de Salomão, a preferida do Rei. Catarina tinha muitos pretendentes, mas procurava alguém que de fato, lhe tocasse o coração. Estava disposta a ser do seu marido. Rogava a Deus pelo seu José. E esperava com alegria todos os dias, pois, cada dia que passava era sim um dia a menos de espera. Pele branca, cabelos escuros, olhos cor de mel. Assim era a Catarina, sempre a sorrir e a dar festas.
O fato é que sim, ela já tinha se apaixonado algumas vezes, e com isso, já tinha se lastimado até a enfermidade tantas vezes se apaixonou. Joaquim estava lá e fazia parte dessas feridas. Ele foi quem a alertou sobre várias coisas sobre a vida quando ainda não sabia nada. Catarina fora noiva por 12 anos de Julião, o filho do prefeito da cidade, de familia conhecida e renomada. Julião era sim o genro que toda a sogra gostaria de ter. E não era pouca a cobrança dos familiares para que se casassem. Mas já não estava tão feliz assim, quando conheceu Joaquim. Era músico, poeta, filosofo e antropólogo. E dentre as coisas das quais era especialista, era em compreender a alma de Catarina. Disse-lhe certa vez, que as flores tem cheiro, cada uma o seu; que era lindo ouvir os pássaros, pois não havia um que fosse desafinado;que ser quem se é, é bom e que uma vida medíocre não vale a pena. A cada encontro, Catarina se questionava sobre a sua vida e pedia a Deus que lhe concedesse uma vida diferente. Queria saber como era o cheiro das flores e queria poder entender o canto dos pássaros. Pedia a Deus que lhe permitisse ser quem era, e disse também que não importava a cadeira de primeira-dama. Queria era viver. O tempo passava entre sair com os amigos casados, a ir a igreja, e a brigar com Joaquim. Cada vez que ele lhe dizia o que se passava em seu coração, eles brigavam. Joaquim a levava a conhecer seu mundo. Ensinou-lhe a respeito de música, de cinema alternativo, da poesia das coisas, das suas coisas velhas... e Catarina foi aos poucos amando estar ali – pois, como ele, também era de raizes fundas. Joaquim falou-lhe de amor, e mais ainda, mostrou-lhe o amor. Mostrou e deu a ela seu coração – cru, nu. Era aquilo mesmo. Uma paixão de tudo e de si mesmo o que ele tinha a oferecer a ela – todo ele. Todo. Catarina não entendia dessas coisas e achou que estava louca, pois apaixonou-se perdidamente por Joaquim e nao sabia o que era. Pela primeira vez na vida viu-se sem dominio algum de si.
Enquanto Catarina queimava em febre por Joaquim, Miriam pedia-lhe auxilio pois sentia seu marido diferente em casa. Mais agressivo talvez, ou mais doce – quem vai saber? Catarina aconselhava da melhor forma a amiga. Queria que eles se acertassem, queria ficar bem com seu noivo e queria que tudo voltasse ao normal. Mas parece que quanto mais queria, menos acontecia. Numa ocasião, estavam os três com amigos em um campo de golfe. Joaquim pediu 2 minutos da atenção de Catarina, para dizer-lhe que pretendia se separar de Miriam. Catarina, de pronto, disse que isso era insano. Que tudo ia ficar bem, que insistisse em reconquistar sua esposa. Ele disse então, que não era um conselho o que buscava, mas apenas estava dizendo o que ia fazer. Uma semana depois, Catarina recebe uma correspondência de Miriam, pedindo-lhe que conversasse com seu marido, pois tinha pedido a separação. Miriam pediu-lhe em nome da amizade e pelo amor de Deus. Catarina disse que ia rezar, apenas para confortar a amiga. Mas sabia da posição de Joaquim – e resolveu não falar.
Miriam mais parecia uma figura ao lado de Joaquim. Alguém que servia para acompanhá-lo nos eventos sociais. Não davam as mãos, não se beijavam, não se olhavam. Era como se fossem dois irmãos. Miriam tinha, inclusive, certo receio de falar ao marido. Receio de seu gênio. Receio de sempre piorar. Por isso, era sempre obediente e se mostrava sempre contente, disposta.
Passaram-se os anos. Catarina e Julião romperam o noivado, ela mudou-se da cidade e foi conhecer o mundo. Nunca mais soube do casal. Certa data, recebeu um convite de Carolina, uma amiga muito estimada e de longa data. Era o baile de 15 anos de sua filha, Sofia. Catarina estava lá. Foi linda, para homenagear a amiga. Estava de longo bordô, luvas longas, usava prata e brilhantes. Foi com seu irmão, Ricardo. Lá estavam também Miriam e Joaquim. Ele mudou. Os cabelos cresceram. Mas Miriam, nada. Continuava com a mesma tez que tinha aos 20 anos. Então os olhares se cruzaram. Catarina tentou evitar esse momento o quanto pôde. Mas não resistiu, afinal. Olhou e viu que nada mudou. Nada, nada tinha mudado desde tantos anos, desde sempre. E Joaquim continuava a ser o entendedor de todas as suas entrelinhas. Na mesa, o silêncio dos dois incomodava Miriam. Ela sabia bem daquele diálogo. Miriam tratava de cuidar que Joaquim não ficasse só. Por qualquer motivo, tomava logo a palavra, tirando-lhe o foco da velha amiga. Catarina também, não insistiu. Não queria nenhum tipo de constrangimento ou culpa para si. Dançou, divertiu-se a festa toda. Cumprimentou a todos e cumpriu ‘a risca fazer a social e ser a mais agradável possível. Contudo, não pode evitar dançar com Joaquim. Catou-lhe o braço em uma música nada suspeita. Sem letra romântica, nem nada que pudesse criar um clima e levá-los ao pecado. Joaquim sabia o tempo que tinha com ela. Tinha dois minutos para sugar-lhe toda a água, matar toda a saudade de tê-la nos braços, dizer-lhe com suas mãos grossas o quanto ele sentia sua falta, o quanto ele ainda a amava, o quanto ele sempre a tivera amado. Joaquim, entendedor das coisas de Catarina, disse tudo isso em breves dois minutos. E ela entendeu – cada palavra em suas mãos e no roçar de seu rosto.
Ao fim da festa, dividiam-se as caronas em caravanas. Joaquim, indisposto, se recusava a fazer as vezes. Não queria levar ninguém, pois morava mais afastado da cidade. Pediu que Catarina e Ricardo levassem seus convidados. Como eram muitos, Catarina insistiu que Joaquim fizesse aquela gentileza. Ele ainda argumentava quando Catarina, já energica, disse: “Será que vocè pode fazer caridade?” Joaquim, de pronto, acatou. Miriam ficava pasma perante a obediencia dele ‘a voz de Catarina. Ela conseguia coisas como amiga que, como esposa, nunca alcançara. Miriam não tinha voz com o marido, nem nunca teve. Sabia que Catarina tinha força com seu marido, mas nunca tinha participado de um diálogo como esse antes. Miriam lançou um olhar espantado para Catarina, quem preferiu ignorar.
Caravanas feitas, Catarina foi tomar um café. Joaquim passou por trás dela e lhe deu uma sova ardida nas costas, na parte nua do vestido. Ela: “ Delicado...” ele: “Amor da minha vida” e riu. Um riso discreto e afirmativo. Ela riu também, olhando para a mesa. Não quis mais olhar para ele. E pensou: “Como pode ser? Já se passaram tantos e tantos anos! Será? “ E a duvida pairava mesmo. Até que, por fim, nos beijos de despedida, Joaquim rouba-lhe um beijo dos lábios, muito rápido e sorrateiro. Depois vira e vai embora. Ao seu beijo, seguiu o abraço simples e nada acalorado de Miriam.
Catarina pegou no braço de Ricardo, e foi embora com a sua caravana, pensando em como ela teve coragem para ter sua vida, e como Joaquim, até hoje, não pòde seguir seus prórpios conselhos. Como Joaquim pôde ter escolhido essa vida mediocre e ficar com Miriam, num dos relacionamentos mais egoistas possivel ao ser humano – onde um vive das migalhas do amor de um segundo a outrem.

Medíocre

Era um homem que não sabia amar.
Não sabia amar o céu, nem o mar. Não sabia entregar, doar. Sabia ser egoísta. Isso sabia.
Nada ouvia, mas tudo criticava. O seu ponto de vista era o do limite do umbigo.
Mas sonhava. Sonhava e sonhava. E fazia dos seus sonhos a sua realidade. E bastava. E a vida era isso. Esperava no sonho a realidade. Mas viver, não. Não vivia.
O sonho até acontecia – pois Deus tem miseriórdia. Mas ele não sabia.
O sonho passava e ele, ao invés de viver, só sonhava.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Uma coisa inspiradora...

Nao sei como ela ainda consegue me tirar poesia...!
Em uma das minhas aulas na faculdade de Letras a Mestra explicava que, a um escritor, um ovo, ou uma perna de cadeira pode ser motivo de inspiração. A mim, várias coisas me inspiram a escrever. Mas uma inspira mais.
Sentimentos me inspiram – o que é o mais comum. Novas amizades, uma musica, uma cor, um estado de espírito. Estar sozinha em dia de frio, me inspira. Tem leituras que me inspiram. As musicas do Chico Buarque e as da Laura Pausini são excelentes fontes. Mas tem algo que sempre me rende poesia, e ainda me inspira mais.
Ver determinada situação na TV, ou a conversa de uma amiga já me renderam textos também. É preciso estar inclinado ‘a crònica ou ao conto, para tirar historia das coisas. E, ao final do dia, sempre sai algo, sempre penso em algo. Mas tem uma coisa que me inspira, independente de qualquer estado de graça que eu esteja para escrever. Tem uma coisa que acaba sendo a minha fonte. É mesmo uma fonte, pois sou capaz de escrever vários e vários temas a respeito dela.
É mesmo uma coisa. É um ser complexo. Eu posso estar com o coração mais duro do planeta, mais duro que um diamante, aliás. Mas ainda sim, sou capaz de dar uma boa poesia, no mínimo, ‘a vista dessa coisa.
Nao sei como é isso direito. Tampouco saberei explicar. Só sei que, quando a vejo, eu preciso logo escrever. Para me esvaziar disso, da coisa, sabe como eh?
Pois é, eu não sei também. Mas sei que se não o faço, essa coisa não me sai da cabeça. E é como praga. E fica ali, eterna como praga. Então, eu prefiro escrever, pois assim, fica impregnada no papel, e não mais na minha cabeça.
Esses dias achei uma foto dessa coisa, em uma caixa de fotografias de coisas antigas. Sabe aquelas velharias que vez ou outra a gente pega para rever: Então. Estava lá. Pronto. Eu já tinha esquecido. Juro. Mas foi bater os olhos ali e ela me dizer tudo de novo, das minhas coisas. Me disse o quanto eu gosto de escrever, me fez lembrar o quão feliz eu era enquanto a tinha, e o quanto eu ainda sinto saudades dessa...coisa. Essa coisa que não tem nome e nem explicação. Essa coisa que sempre me faz lembrar de todos os meus conflitos. Essa coisa me leva ao amargo de mim e me faz deparar com minhas dores e também com meus sonhos mais fortes. Essa coisa nunca me deixa esquecer quem sou e como sou. Foi por causa dela que me revelei assim. Assim como sou agora – porque eu era outra. Por causa desa coisa, muita coisa mudou em mim. Eu me tornei mais eu, mais humana. Daí, ela sumiu. E eu aprendi a andar de bicicleta sem as rodinhas – pois não tinha mais ninguém para me segurar.
Então, eu acho que é isso. Quando eu me deparo com essa coisa, eu lembro mesmo é de mim. E, como algo meio que assim narcisista, a minha maior fonte de inspiração, deva ser eu mesma.