Era um homem que não sabia amar.
Não sabia amar o céu, nem o mar. Não sabia entregar, doar. Sabia ser egoísta. Isso sabia.
Nada ouvia, mas tudo criticava. O seu ponto de vista era o do limite do umbigo.
Mas sonhava. Sonhava e sonhava. E fazia dos seus sonhos a sua realidade. E bastava. E a vida era isso. Esperava no sonho a realidade. Mas viver, não. Não vivia.
O sonho até acontecia – pois Deus tem miseriórdia. Mas ele não sabia.
O sonho passava e ele, ao invés de viver, só sonhava.
Lugar de pensamentos, poesias, contos e afins. Espaço para os amigos e para os sonhadores
sexta-feira, 22 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Uma coisa inspiradora...
Nao sei como ela ainda consegue me tirar poesia...!
Em uma das minhas aulas na faculdade de Letras a Mestra explicava que, a um escritor, um ovo, ou uma perna de cadeira pode ser motivo de inspiração. A mim, várias coisas me inspiram a escrever. Mas uma inspira mais.
Sentimentos me inspiram – o que é o mais comum. Novas amizades, uma musica, uma cor, um estado de espírito. Estar sozinha em dia de frio, me inspira. Tem leituras que me inspiram. As musicas do Chico Buarque e as da Laura Pausini são excelentes fontes. Mas tem algo que sempre me rende poesia, e ainda me inspira mais.
Ver determinada situação na TV, ou a conversa de uma amiga já me renderam textos também. É preciso estar inclinado ‘a crònica ou ao conto, para tirar historia das coisas. E, ao final do dia, sempre sai algo, sempre penso em algo. Mas tem uma coisa que me inspira, independente de qualquer estado de graça que eu esteja para escrever. Tem uma coisa que acaba sendo a minha fonte. É mesmo uma fonte, pois sou capaz de escrever vários e vários temas a respeito dela.
É mesmo uma coisa. É um ser complexo. Eu posso estar com o coração mais duro do planeta, mais duro que um diamante, aliás. Mas ainda sim, sou capaz de dar uma boa poesia, no mínimo, ‘a vista dessa coisa.
Nao sei como é isso direito. Tampouco saberei explicar. Só sei que, quando a vejo, eu preciso logo escrever. Para me esvaziar disso, da coisa, sabe como eh?
Pois é, eu não sei também. Mas sei que se não o faço, essa coisa não me sai da cabeça. E é como praga. E fica ali, eterna como praga. Então, eu prefiro escrever, pois assim, fica impregnada no papel, e não mais na minha cabeça.
Esses dias achei uma foto dessa coisa, em uma caixa de fotografias de coisas antigas. Sabe aquelas velharias que vez ou outra a gente pega para rever: Então. Estava lá. Pronto. Eu já tinha esquecido. Juro. Mas foi bater os olhos ali e ela me dizer tudo de novo, das minhas coisas. Me disse o quanto eu gosto de escrever, me fez lembrar o quão feliz eu era enquanto a tinha, e o quanto eu ainda sinto saudades dessa...coisa. Essa coisa que não tem nome e nem explicação. Essa coisa que sempre me faz lembrar de todos os meus conflitos. Essa coisa me leva ao amargo de mim e me faz deparar com minhas dores e também com meus sonhos mais fortes. Essa coisa nunca me deixa esquecer quem sou e como sou. Foi por causa dela que me revelei assim. Assim como sou agora – porque eu era outra. Por causa desa coisa, muita coisa mudou em mim. Eu me tornei mais eu, mais humana. Daí, ela sumiu. E eu aprendi a andar de bicicleta sem as rodinhas – pois não tinha mais ninguém para me segurar.
Então, eu acho que é isso. Quando eu me deparo com essa coisa, eu lembro mesmo é de mim. E, como algo meio que assim narcisista, a minha maior fonte de inspiração, deva ser eu mesma.
Em uma das minhas aulas na faculdade de Letras a Mestra explicava que, a um escritor, um ovo, ou uma perna de cadeira pode ser motivo de inspiração. A mim, várias coisas me inspiram a escrever. Mas uma inspira mais.
Sentimentos me inspiram – o que é o mais comum. Novas amizades, uma musica, uma cor, um estado de espírito. Estar sozinha em dia de frio, me inspira. Tem leituras que me inspiram. As musicas do Chico Buarque e as da Laura Pausini são excelentes fontes. Mas tem algo que sempre me rende poesia, e ainda me inspira mais.
Ver determinada situação na TV, ou a conversa de uma amiga já me renderam textos também. É preciso estar inclinado ‘a crònica ou ao conto, para tirar historia das coisas. E, ao final do dia, sempre sai algo, sempre penso em algo. Mas tem uma coisa que me inspira, independente de qualquer estado de graça que eu esteja para escrever. Tem uma coisa que acaba sendo a minha fonte. É mesmo uma fonte, pois sou capaz de escrever vários e vários temas a respeito dela.
É mesmo uma coisa. É um ser complexo. Eu posso estar com o coração mais duro do planeta, mais duro que um diamante, aliás. Mas ainda sim, sou capaz de dar uma boa poesia, no mínimo, ‘a vista dessa coisa.
Nao sei como é isso direito. Tampouco saberei explicar. Só sei que, quando a vejo, eu preciso logo escrever. Para me esvaziar disso, da coisa, sabe como eh?
Pois é, eu não sei também. Mas sei que se não o faço, essa coisa não me sai da cabeça. E é como praga. E fica ali, eterna como praga. Então, eu prefiro escrever, pois assim, fica impregnada no papel, e não mais na minha cabeça.
Esses dias achei uma foto dessa coisa, em uma caixa de fotografias de coisas antigas. Sabe aquelas velharias que vez ou outra a gente pega para rever: Então. Estava lá. Pronto. Eu já tinha esquecido. Juro. Mas foi bater os olhos ali e ela me dizer tudo de novo, das minhas coisas. Me disse o quanto eu gosto de escrever, me fez lembrar o quão feliz eu era enquanto a tinha, e o quanto eu ainda sinto saudades dessa...coisa. Essa coisa que não tem nome e nem explicação. Essa coisa que sempre me faz lembrar de todos os meus conflitos. Essa coisa me leva ao amargo de mim e me faz deparar com minhas dores e também com meus sonhos mais fortes. Essa coisa nunca me deixa esquecer quem sou e como sou. Foi por causa dela que me revelei assim. Assim como sou agora – porque eu era outra. Por causa desa coisa, muita coisa mudou em mim. Eu me tornei mais eu, mais humana. Daí, ela sumiu. E eu aprendi a andar de bicicleta sem as rodinhas – pois não tinha mais ninguém para me segurar.
Então, eu acho que é isso. Quando eu me deparo com essa coisa, eu lembro mesmo é de mim. E, como algo meio que assim narcisista, a minha maior fonte de inspiração, deva ser eu mesma.
A VISITA AO SAFARI
Carlinha é uma menina muito esperta e ainda está descobrindo o mundo. Com apenas 5 anos, tudo quer saber, tudo pergunta, tudo investiga. Muito inteligente, é destaque entre os demais coleguinhas de classe, que a tem como exemplo. E em sala de aula, sempre os ajuda com as atividades.
Seus pais, vendo a curiosidade latente da pequenina, estimulam e instigam essa sede por conhecimento: dão-lhe livros, levam-na ao zoológico, museu, fazem viagens, conhecem legares diferentes, contam-lhe a história de cada lugar, de cada povo, de cada construção. Em casa, rodeada por adultos, Carlinha se comporta como uma verdadeira mocinha. Ela é o orgulho dos pais: exemplo de filha, de aluna.
Em um belo domingo de outono, nenhuma nuvem no céu, apenas brilho radiante do sol. A família resolve fazer um piquenique e um safári, para que a menina possa ter mais contato com a natureza e conhecer os animais em seu habitat.
Para o piquenique a mamãe preparou um delicioso lanche com presunto e queijo, chocolate quente, suco de laranja, frutas e a sua especialidade: rocambole com geléia de morango. Todos se reuniram em volta da toalha xadrez, sentaram-se na grama, fizeram o desjejum, em seguida saíram animados para a aventura.
Antes de subir no jipe que os levariam ao passeio, os pais orientaram a pequena.
- Carlinha, meu bem, não coloque a mãozinha nos bichinhos, eles tem medo de você e podem te morder e te machucar. Por isso, quando descermos do carro, fique junto de nós e do titio (referindo-se ao guia que os acompanharia).
Obediente, ela apenas sinalizou positivamente com a cabeça.
Seguiram o passeio.
Carlinha estava encantada, não sabia o que olhar primeiro. Apontava e comentava todos os detalhes com a sua mãe:
- Mamãe a arara... viu... que linda ela voando.
- E aquele bicho lá com o bico amarelo como chama? Que lindo! O que ele faz? Para que ele serve?
- Querida, aquele é o tucano, uma ave típica das florestas da América do Sul. Realmente é muito bonito. Veja o bico dele como parece de plástico. E é bem forte. Ele se alimenta de frutinhas e de alguns bichinhos.
- E esse outro aqui perto de nós, mãe! Olha ele na árvore, ele vai voar?
Atenciosa, a mãe responde sorrindo à observação da garotinha:
- Esse é o mico-leão... rs. Um macaquinho bem esperto e muito ágil. Ele pula de árvore em árvore, corre entre os galhos. O rabo comprido dá equilíbrio para os saltos. De Ele já está em extinção, existem bem poucos na natureza e se não cuidarmos, logo ele não existirá mais.
Em uma savana, o carro para e os turistas descem do carro, se refrescam no lago, lavando o rosto, molhando as mãos e abastecendo os cantis com a água límpida e cristalina.
Não muito distante dali, um bando de zebras passeava e ao longe avistava-se algumas girafas se alimentando.
Carlinha observava atentamente cada detalhe. Movida pela curiosidade, lentamente foi se afastando dos pais. Ela avistara um pequeno leão que nascera no safári há apenas algumas semanas. A mãe do filhote não estava por perto e a garotinha ficou fascinada pelo pequeno peludo que caminhava lentamente, até um pouco desengonçado, em busca da mamãe leoa.
Aos poucos, ela foi chegando cada vez mais perto do pequeno leão. Sabia que a qualquer momento, o leãozinho poderia avançar, mas ela foi passo a passo se achegando ao felino. O animal exerce um encanto fascinante. Peludo, redondo, muito se assemelha a um ursinho de pelúcia, mas nesta versão, ele anda, corre, come.
Ele se deita próximo ao lago e a menina chega por trás e acaricia-o. De repente o bote: ele se contorce e lhe dá uma bela patada.
A garota, assustada, sai chorando, com o bracinho ferido.
Os pais se assustam ao ver aquilo. Rapidamente a mãe apanhou a menina em seus braços, correu para o jipe e junto com o guia, fez curativos.
Mais calma e ainda no colo da mãe, a conversa:
- Carlinha, você sabia que não deveria mexer nos bichos selvagens, não é mesmo? A mamãe já tinha lhe falado. Eles são imprevisíveis.
Cabisbaixa, ela apenas movimentava a cabeça para cima e para baixo
- Minha filha, você sabia que poderia se machucar e mesmo assim foi até lá perturbar o leãozinho. Ele se assustou com você e como defesa, ele avançou.
- Mas mãe, eu só queria vê-lo. Ele é tão fofinho. É igual o Ted.
- Querida, o Ted é o seu ursinho e ele fica na sua cama. Esse leãozinho mora aqui no safári e é selvagem. Você sabia de todas as conseqüências e mesmo assim foi lá perturbar o passeio dele.
- Desculpa mamãe, desculpas
- Está bem, meu anjo, não chore mais. Está tudo bem. Vamos pra casa agora.
=)
Seus pais, vendo a curiosidade latente da pequenina, estimulam e instigam essa sede por conhecimento: dão-lhe livros, levam-na ao zoológico, museu, fazem viagens, conhecem legares diferentes, contam-lhe a história de cada lugar, de cada povo, de cada construção. Em casa, rodeada por adultos, Carlinha se comporta como uma verdadeira mocinha. Ela é o orgulho dos pais: exemplo de filha, de aluna.
Em um belo domingo de outono, nenhuma nuvem no céu, apenas brilho radiante do sol. A família resolve fazer um piquenique e um safári, para que a menina possa ter mais contato com a natureza e conhecer os animais em seu habitat.
Para o piquenique a mamãe preparou um delicioso lanche com presunto e queijo, chocolate quente, suco de laranja, frutas e a sua especialidade: rocambole com geléia de morango. Todos se reuniram em volta da toalha xadrez, sentaram-se na grama, fizeram o desjejum, em seguida saíram animados para a aventura.
Antes de subir no jipe que os levariam ao passeio, os pais orientaram a pequena.
- Carlinha, meu bem, não coloque a mãozinha nos bichinhos, eles tem medo de você e podem te morder e te machucar. Por isso, quando descermos do carro, fique junto de nós e do titio (referindo-se ao guia que os acompanharia).
Obediente, ela apenas sinalizou positivamente com a cabeça.
Seguiram o passeio.
Carlinha estava encantada, não sabia o que olhar primeiro. Apontava e comentava todos os detalhes com a sua mãe:
- Mamãe a arara... viu... que linda ela voando.
- E aquele bicho lá com o bico amarelo como chama? Que lindo! O que ele faz? Para que ele serve?
- Querida, aquele é o tucano, uma ave típica das florestas da América do Sul. Realmente é muito bonito. Veja o bico dele como parece de plástico. E é bem forte. Ele se alimenta de frutinhas e de alguns bichinhos.
- E esse outro aqui perto de nós, mãe! Olha ele na árvore, ele vai voar?
Atenciosa, a mãe responde sorrindo à observação da garotinha:
- Esse é o mico-leão... rs. Um macaquinho bem esperto e muito ágil. Ele pula de árvore em árvore, corre entre os galhos. O rabo comprido dá equilíbrio para os saltos. De Ele já está em extinção, existem bem poucos na natureza e se não cuidarmos, logo ele não existirá mais.
Em uma savana, o carro para e os turistas descem do carro, se refrescam no lago, lavando o rosto, molhando as mãos e abastecendo os cantis com a água límpida e cristalina.
Não muito distante dali, um bando de zebras passeava e ao longe avistava-se algumas girafas se alimentando.
Carlinha observava atentamente cada detalhe. Movida pela curiosidade, lentamente foi se afastando dos pais. Ela avistara um pequeno leão que nascera no safári há apenas algumas semanas. A mãe do filhote não estava por perto e a garotinha ficou fascinada pelo pequeno peludo que caminhava lentamente, até um pouco desengonçado, em busca da mamãe leoa.
Aos poucos, ela foi chegando cada vez mais perto do pequeno leão. Sabia que a qualquer momento, o leãozinho poderia avançar, mas ela foi passo a passo se achegando ao felino. O animal exerce um encanto fascinante. Peludo, redondo, muito se assemelha a um ursinho de pelúcia, mas nesta versão, ele anda, corre, come.
Ele se deita próximo ao lago e a menina chega por trás e acaricia-o. De repente o bote: ele se contorce e lhe dá uma bela patada.
A garota, assustada, sai chorando, com o bracinho ferido.
Os pais se assustam ao ver aquilo. Rapidamente a mãe apanhou a menina em seus braços, correu para o jipe e junto com o guia, fez curativos.
Mais calma e ainda no colo da mãe, a conversa:
- Carlinha, você sabia que não deveria mexer nos bichos selvagens, não é mesmo? A mamãe já tinha lhe falado. Eles são imprevisíveis.
Cabisbaixa, ela apenas movimentava a cabeça para cima e para baixo
- Minha filha, você sabia que poderia se machucar e mesmo assim foi até lá perturbar o leãozinho. Ele se assustou com você e como defesa, ele avançou.
- Mas mãe, eu só queria vê-lo. Ele é tão fofinho. É igual o Ted.
- Querida, o Ted é o seu ursinho e ele fica na sua cama. Esse leãozinho mora aqui no safári e é selvagem. Você sabia de todas as conseqüências e mesmo assim foi lá perturbar o passeio dele.
- Desculpa mamãe, desculpas
- Está bem, meu anjo, não chore mais. Está tudo bem. Vamos pra casa agora.
=)
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Um texto definitivo para o meu profile
Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir
De entrar em contato... Ou toca, ou não toca.
E se me achar esquisita, respeite também.
Até eu fui obrigada a me respeitar
Gosto dos venenos, os mais lentos!
As bebidas, as mais fortes!
Dos cafés mais amargos!
E os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco
Que eu vou dizer: E daí? Eu adoro voar!!!
Só o que está morto não muda!
Repito por pura alegria de viver:
A salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!!!
Que minha solidão me sirva de companhia
Que eu tenha a coragem de me enfrentar
Que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo.
Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome
Sou como você me vê, posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania,
depende de quando e como você me vê passar.
Clarice Lipector
O melhor texto e a melhor descrição que eu achei para colocar no profile do meu orkut. Magnifico esse texto.
Não preciso falar mais nada, não é mesmo...rs
=)
De entrar em contato... Ou toca, ou não toca.
E se me achar esquisita, respeite também.
Até eu fui obrigada a me respeitar
Gosto dos venenos, os mais lentos!
As bebidas, as mais fortes!
Dos cafés mais amargos!
E os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco
Que eu vou dizer: E daí? Eu adoro voar!!!
Só o que está morto não muda!
Repito por pura alegria de viver:
A salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!!!
Que minha solidão me sirva de companhia
Que eu tenha a coragem de me enfrentar
Que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo.
Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome
Sou como você me vê, posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania,
depende de quando e como você me vê passar.
Clarice Lipector
O melhor texto e a melhor descrição que eu achei para colocar no profile do meu orkut. Magnifico esse texto.
Não preciso falar mais nada, não é mesmo...rs
=)
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Ode a você
Mais uma vez vou publicar um poema escrito por um conhecido
Mas desta vez, com muita dor no coração...
Imagino o quanto não sofra essa pessoa para que surjam palavras tão rudes, com tanto ódio e amargura. E mais, jogá-las no papel perpetuando o sentimento, deixando a ferida sempre vulnerável à lembrança...
A dor deve ser tamanha...
Mas enfim, como disse em post anterior, como compreender os sentimentos, não é mesmo?
Vale a leitura e a intensidade do poema.
=)
Ode a Você
Você tentou tornar fidelidade em infidelidade
Você tentou tornar confiança em insegurança
Você tentou plantar insensibilidade no coração sensível
Com amargura escrevo esses versos
Você tentou plantar mentiras nas verdades
Você tentou contar estrelas em outros céus
Você tentou ludibriar justo quem abriu a porta
Com tristeza escrevo esses versos
Você tentou cravar facas na minha porta
Você tentou sabotar o amor
Você tentou trazer o anti-amor
Com esperança escrevo esses versos
Que a infidelidade floreça um lindo campo de fidelidade na sua vida
Que o Anti-amor de frutos de muito amor na sua vida
Que das mentiras nasça um pomar de grandes árvores da verdade
Que da insensibilidade escorra um rio lindo de sensibilidade
Que a vida sorria com seu maior ardor
Mesmo com a dor que vc espalha pelo mundo
Versos que deviam ser de amor, são de providência.
Mas desta vez, com muita dor no coração...
Imagino o quanto não sofra essa pessoa para que surjam palavras tão rudes, com tanto ódio e amargura. E mais, jogá-las no papel perpetuando o sentimento, deixando a ferida sempre vulnerável à lembrança...
A dor deve ser tamanha...
Mas enfim, como disse em post anterior, como compreender os sentimentos, não é mesmo?
Vale a leitura e a intensidade do poema.
=)
Ode a Você
Você tentou tornar fidelidade em infidelidade
Você tentou tornar confiança em insegurança
Você tentou plantar insensibilidade no coração sensível
Com amargura escrevo esses versos
Você tentou plantar mentiras nas verdades
Você tentou contar estrelas em outros céus
Você tentou ludibriar justo quem abriu a porta
Com tristeza escrevo esses versos
Você tentou cravar facas na minha porta
Você tentou sabotar o amor
Você tentou trazer o anti-amor
Com esperança escrevo esses versos
Que a infidelidade floreça um lindo campo de fidelidade na sua vida
Que o Anti-amor de frutos de muito amor na sua vida
Que das mentiras nasça um pomar de grandes árvores da verdade
Que da insensibilidade escorra um rio lindo de sensibilidade
Que a vida sorria com seu maior ardor
Mesmo com a dor que vc espalha pelo mundo
Versos que deviam ser de amor, são de providência.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
É A MINHA PAIXÃO
Acabada, fisicamente destruída, mas em êxtase profundo.
Um rubor quente que me sobe à face, os lábios estão roxos, a respiração intensa e ofegante. O suor molha minha roupa, percorre meu corpo e escorre pelas minhas costas. O coração bate em ritmo acelerado e o corpo corresponde rapidamente aos estímulos. Estou ligada, atenta.
Concentra, respira... e ao fundo ouço a voz que ecoa:
- Levanta o cotovelo, gira o quadril, fecha a guarda!
- Respira, solta o ar pela boca. Bate sequinho e volta. Vai! Vai! Vai!
Pode até parecer estranho para que lê, mas essa cena faz parte do meu cotidiano, dos meus treinos, da minha vida fora do binômio escritório-computador.
Sou praticante de sanshou, também conhecido como boxe chinês - técnica de luta que consiste em socos, chutes e queda.
O esporte se tornou a minha paixão, minha válvula de escape, meu tranqüilizante, meu porto seguro. É mais que um mero exercício físico, é mais que pura estética. É adrenalina, controle do corpo e da mente. É uma estratégia de combate, uma arte marcial. É a busca da perfeição na beleza do movimento e na plasticidade da luta.
“O sanshou (散手, literalmente, punhos livres) é a forma desportiva de combate dentro do Kung-Fu. Sem perder potencial marcial, ele difere do combate tradicional por não empregar técnicas excessivamente perigosas como torções localizadas e golpes contra pontos críticos ou vitais como olhos, garganta, joelhos e genitais. Mesmo sem partir para golpes drásticos, porém, um bom lutador de Sanshou é - tecnicamente falando - um adversário absolutamente digno de respeito. Como o combate tradicional, o sanshou exige técnica apurada, velocidade, preparo físico intenso e a noção exata de equilíbrio e tempo.”
=)
Um rubor quente que me sobe à face, os lábios estão roxos, a respiração intensa e ofegante. O suor molha minha roupa, percorre meu corpo e escorre pelas minhas costas. O coração bate em ritmo acelerado e o corpo corresponde rapidamente aos estímulos. Estou ligada, atenta.
Concentra, respira... e ao fundo ouço a voz que ecoa:
- Levanta o cotovelo, gira o quadril, fecha a guarda!
- Respira, solta o ar pela boca. Bate sequinho e volta. Vai! Vai! Vai!
Pode até parecer estranho para que lê, mas essa cena faz parte do meu cotidiano, dos meus treinos, da minha vida fora do binômio escritório-computador.
Sou praticante de sanshou, também conhecido como boxe chinês - técnica de luta que consiste em socos, chutes e queda.
O esporte se tornou a minha paixão, minha válvula de escape, meu tranqüilizante, meu porto seguro. É mais que um mero exercício físico, é mais que pura estética. É adrenalina, controle do corpo e da mente. É uma estratégia de combate, uma arte marcial. É a busca da perfeição na beleza do movimento e na plasticidade da luta.
“O sanshou (散手, literalmente, punhos livres) é a forma desportiva de combate dentro do Kung-Fu. Sem perder potencial marcial, ele difere do combate tradicional por não empregar técnicas excessivamente perigosas como torções localizadas e golpes contra pontos críticos ou vitais como olhos, garganta, joelhos e genitais. Mesmo sem partir para golpes drásticos, porém, um bom lutador de Sanshou é - tecnicamente falando - um adversário absolutamente digno de respeito. Como o combate tradicional, o sanshou exige técnica apurada, velocidade, preparo físico intenso e a noção exata de equilíbrio e tempo.”
=)
terça-feira, 12 de maio de 2009
FRASE DO DIA...
Para que nos servem os sentimentos senão para desenvolver nosso intelecto na insana tentativa de compreende-los.
=)
=)
segunda-feira, 11 de maio de 2009
RENDA-SE
Sou como a brisa que te toca suavemente,
que acaricia tua pele e em poucos minutos me transformo
num tornado que arrasta todos os teus sentimentos,
que bagunça tua razão e te deixa nu,
Está desarmado, perdido.
Tudo isso te assusta? Por quê?
Porque fujo do teu controle?
Porque surpreendo-te a cada passo?
Porque evoco teus sentidos?
Porque consumo suas forças e não saio do teu pensamento.
Renda-se!
=)
que acaricia tua pele e em poucos minutos me transformo
num tornado que arrasta todos os teus sentimentos,
que bagunça tua razão e te deixa nu,
Está desarmado, perdido.
Tudo isso te assusta? Por quê?
Porque fujo do teu controle?
Porque surpreendo-te a cada passo?
Porque evoco teus sentidos?
Porque consumo suas forças e não saio do teu pensamento.
Renda-se!
=)
sábado, 9 de maio de 2009
(sem título)
Somos tão diferentes
que chegamos a ser iguais
eu penso e você já diz que não é
eu choro, você ri
Mas os corações parecem unidos
como se não reconhecessem essa diferença
Você quer que tenham medo de você
mas o sentimento que tenho é outro
Tenho medo sim, mas não de você,
Mas de não vê-lo mais, pois diante de você sou mais forte
te encaro, mas te beijaria
falo alto, mas falaria baixinho ao pé do seu ouvido
desvio olhar, mas olharia fixamente pros seus olhos
Apesas para dizer que te amo.
BY JONES
que chegamos a ser iguais
eu penso e você já diz que não é
eu choro, você ri
Mas os corações parecem unidos
como se não reconhecessem essa diferença
Você quer que tenham medo de você
mas o sentimento que tenho é outro
Tenho medo sim, mas não de você,
Mas de não vê-lo mais, pois diante de você sou mais forte
te encaro, mas te beijaria
falo alto, mas falaria baixinho ao pé do seu ouvido
desvio olhar, mas olharia fixamente pros seus olhos
Apesas para dizer que te amo.
BY JONES
sábado, 2 de maio de 2009
O QUE É ESCREVER?
Sinta,
Cuspa,
Espernei,
Reflita,
Pense, pense, pense
O papel quer te ouvir, ele briga com você
Escreva... não... reescreva
Reescreva outra vez
Apague, reveja tudo de novo
Rabisque
Rasure
Organize seus pensamentos
Alinhe suas idéias
Crie suas hipóteses
Brigue com você
Tire suas conclusões...
Aliiiiiiiiiivio!!!!!
=)
Cuspa,
Espernei,
Reflita,
Pense, pense, pense
O papel quer te ouvir, ele briga com você
Escreva... não... reescreva
Reescreva outra vez
Apague, reveja tudo de novo
Rabisque
Rasure
Organize seus pensamentos
Alinhe suas idéias
Crie suas hipóteses
Brigue com você
Tire suas conclusões...
Aliiiiiiiiiivio!!!!!
=)
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