Recebi esse texto via e-mail e achei impossível não compartilha-lo, pois a intensidade do perdão é muito forte.
Fica a dica para repensarmos em nossas atitudes e comerçarmos 2010 melhor, mais humanos e mais fraternos
=)
Dezembro é um mês para ser vivido com toda a intensidade. Não há motivos para não curtir dezembro como ele merece. Chegamos ao último mês do ano. Só isso já dá para comemorar. Por pior que tenha sido este ano, chegamos vivos até aqui. Comemore!
Dezembro é Natal. Natal é renascer. Não importa como tenha sido este ano, dezembro é tempo de Natal e de renascer, renasça neste dezembro. Como renascer é "nascer de novo", dezembro é tempo de perdoar o passado. Perdoe tudo neste dezembro. Comece perdoando a você mesmo. Perdoe seus erros, suas decisões equivocadas, suas falhas, seus amores não correspondidos. Perdoe tudo. Perdoe as outras pessoas. Perdoe seus parentes, seus amigos, seus clientes. Não importa o que eles tenham feito. Perdoe! Dezembro é tempo de perdão. Se você não perdoar, não conseguirá renascer, pois dentro de você ainda ficará um resto da velha pessoa que deve morrer para que a outra nasça. E esse outro você, deve nascer criança, leve, sem malícias, sem rancores. Aproveite o embalo e já nasça perdoando por antecedência tudo e todos para entrar no ano novo realmente renascido, novo.
Só que, para poder perdoar, você deve agradecer. Só os agradecidos sabem perdoar. Dezembro é tempo de agradecer. Agradeça a todos aqueles a quem deve perdoar. Ou seja, agradeça a todos, sem exceção - seus parentes, seus amigos, seus clientes e até aqueles que, você sabe, desejaram o seu fracasso. Sem agradecer você não consegue perdoar e sem perdoar você não conseguirá renascer. Dezembro é tempo de gratidão e perdão. Dezembro é diferente!
Agradecendo e perdoando, você terá o dezembro que merece e verá que este mês tem uma mágica e uma mística que nenhum outro possui. Só depende de você!
Lugar de pensamentos, poesias, contos e afins. Espaço para os amigos e para os sonhadores
domingo, 20 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
INTERPRETAÇÃO AO NOSSO MODO
A interpretação de um texto, a compreensão de uma notícia falada na TV ou até mesmo a decodificação uma conversa entre amigos é sempre muito subjetivo, pois nos valemos daquilo que temos como verdade: as nossas referências, os nossos conceitos, os nossos valores pautados então naquilo que vivenciamos.
Assim diz Nietzsche: “interpretes de texto são sempre desonestos... não intencionalmente, é claro, mas não conseguem transcender seu próprio contexto histórico. Aliás, nem seu próprio contexto autobiográfico”
A leitura nos oferece uma gama de novos conceitos que nos possibilitam formar novos valores, mas conseguiremos nós nos transpor à mente, tempo e espaço do autor?
Abriremos mão de nossos juízos para compreender (ao menos tentar) nosso semelhante?
=)
Assim diz Nietzsche: “interpretes de texto são sempre desonestos... não intencionalmente, é claro, mas não conseguem transcender seu próprio contexto histórico. Aliás, nem seu próprio contexto autobiográfico”
A leitura nos oferece uma gama de novos conceitos que nos possibilitam formar novos valores, mas conseguiremos nós nos transpor à mente, tempo e espaço do autor?
Abriremos mão de nossos juízos para compreender (ao menos tentar) nosso semelhante?
=)
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
O Observador

Eu continuo te achando um gênio.
Eu sumo e apareço daqui. Eu sempre leio, mas não escrevo mais nada.
Eu sempre penso em escrever, mas não escrevo.
Para manter os segredos, para sacralizar os sentimentos.
Para preservar as coisas de uma forma geral;
ou para não pensar mais. Mas, viver mais.
Viver, ao invés de apenas falar sobre a vida;
Sentir, ao invés de apenas falar sobre sensações;
Crescer, ao invés de apenas falar sobre crescimento.
E por aí vai.
E por motivos como esses, eu já me calei. Mas continuo lendo. Tudinho.
E continuo te achando um gênio.
Nos meus pensamentos, eu te aplaudo de pé - porque a essa altura, eu não acho justo quebrar o silêncio.
O silêncio. É como te digo que te respeito acima da nossa amizade.
No silêncio de quem apenas escreve. Observa e escreve. E te respeita.
Sim, eu sinto saudades também. Mas dizer isso também pode ferir o silêncio - e eu não quero quebrar esse pacto por nada!
No mais, e de tudo, eu quero dizer que eu continuo te admirando e te querendo o bem. Sim, de longe eu faço isso. Eu sigo os seus textos e sei do seu humor aí, sei das suas estaçoes, das suas cores aí.
E você pode me odiar por todas as coisas que achar pertinente. Você vai ter sempre a sua razão.
E, no meu silêncio, ainda eu vou continuar aqui: só lendo, sem escrever quase nunca mais, como observadora do meu próprio blog - passivamente ativa.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
MEU CASTELINHO
Quando penso que vou colocar a última peça no castelo de cartas, o vento insiste e sopra mais forte... E meu mundo vem abaixo novamente.
As dúvidas que pareciam estar esclarecidas
As angustias, mais amenas
E os problemas, solucionados.
Tudo estava calmo e tranqüilo, seguia-se o rumo natural.
De repente, o vulcão adormecido entra em erupção e coloca, novamente, à beira do caos.
A cicatriz se abre
A pele se rompe
E a dor retorna...
O castelo de cartas está no chão.
=)
As dúvidas que pareciam estar esclarecidas
As angustias, mais amenas
E os problemas, solucionados.
Tudo estava calmo e tranqüilo, seguia-se o rumo natural.
De repente, o vulcão adormecido entra em erupção e coloca, novamente, à beira do caos.
A cicatriz se abre
A pele se rompe
E a dor retorna...
O castelo de cartas está no chão.
=)
terça-feira, 24 de novembro de 2009
DEJAVU
Há quanto tempo não paro para refletir, para por no papel algumas análises, ver os fatos por outro ângulo. Mas também, se não acontece nada que me faça sair rotina e que de alguma forma me abale ou me faça pensar, por que vou parar?
Acredito o pensamento crítico deveria ser tarefa diária e obrigatória, assim como escovar os dentes, pentear o cabelo, comer, cortar as unhas... Se mesmo tendo isso como premissa não consigo parar, como seria então se pouco me importasse?
Agora comparo a vida com a inércia, se não há fator externo que tire o individuo de sua órbita/rota, ele continuará na sua mesma trajetória. Como se diz em linguajar popular: “deixe-me estar como estou”
Contudo, quando menos espero, um chacoalhão. E as coisas que estavam adormecidas no fundo do baú ressurgem para por-me à prova de tudo aquilo que um dia considerei como verdade. São conceitos que deverão ser reformulados, situações que serão revistas e as atitudes, repensadas.
E tão logo vem a culpa de que poderia ter sido diferente...
Posso afirmar apenas que todas as decisões foram tomadas pensando que aquela seria a melhor solução naquele momento. Se hoje não foi, na época com certeza tenha sido.
E como em Dejavu (indico o filme), todas as variáveis levam para o mesmo destino.
=)
Acredito o pensamento crítico deveria ser tarefa diária e obrigatória, assim como escovar os dentes, pentear o cabelo, comer, cortar as unhas... Se mesmo tendo isso como premissa não consigo parar, como seria então se pouco me importasse?
Agora comparo a vida com a inércia, se não há fator externo que tire o individuo de sua órbita/rota, ele continuará na sua mesma trajetória. Como se diz em linguajar popular: “deixe-me estar como estou”
Contudo, quando menos espero, um chacoalhão. E as coisas que estavam adormecidas no fundo do baú ressurgem para por-me à prova de tudo aquilo que um dia considerei como verdade. São conceitos que deverão ser reformulados, situações que serão revistas e as atitudes, repensadas.
E tão logo vem a culpa de que poderia ter sido diferente...
Posso afirmar apenas que todas as decisões foram tomadas pensando que aquela seria a melhor solução naquele momento. Se hoje não foi, na época com certeza tenha sido.
E como em Dejavu (indico o filme), todas as variáveis levam para o mesmo destino.
=)
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
SOFRI CALADA
Amei-te em silêncio
E te perdi
Escapaste entre meus dedos
Escorreste pelas minhas mãos
Eu, ali, calada
Sem saber o que fazer
Apenas sofrendo e vendo tudo isso acontecer
Sem saber o porque, ou sequer compreender
Queria-te junto a mim
Só mais uma vez
Apenas por mais alguns instantes.
=)
E te perdi
Escapaste entre meus dedos
Escorreste pelas minhas mãos
Eu, ali, calada
Sem saber o que fazer
Apenas sofrendo e vendo tudo isso acontecer
Sem saber o porque, ou sequer compreender
Queria-te junto a mim
Só mais uma vez
Apenas por mais alguns instantes.
=)
domingo, 30 de agosto de 2009
VALOR DO TEMPO
Qual o valor do tempo? O que ele significa?
Em meio a uma sociedade em que a comunicação tornou-se instantânea, as barreiras geográficas foram quebradas; os relacionamentos são apenas por uma noite; os produtos, descartáveis e os valores, mutantes.
Todo mundo vive atrasado, o relógio é o imperador e as ordens vem sutilmente num simples passar de olhos pelos seus ponteiros, ecoando: “você está atrasado”.
Isso me fez lembrar do Relojoeiro Maluco, personagem de Alice no país das Maravilhas: estou atrasado, atrasado, atrasado.
E hoje?Alguém sabe esperar?
Esperar? A ansiedade vai parar onde com isso? Esperar é um martírio.
Eu quero agora, eu não sei esperar, eu não posso parar.
Um segundo, uma piscada, apenas o espaço da sinapse neural, é o minuto do pensamento. É pra já, pra ontem.
Perdi o valor do tempo, a sabedoria da paciência.
=)
Em meio a uma sociedade em que a comunicação tornou-se instantânea, as barreiras geográficas foram quebradas; os relacionamentos são apenas por uma noite; os produtos, descartáveis e os valores, mutantes.
Todo mundo vive atrasado, o relógio é o imperador e as ordens vem sutilmente num simples passar de olhos pelos seus ponteiros, ecoando: “você está atrasado”.
Isso me fez lembrar do Relojoeiro Maluco, personagem de Alice no país das Maravilhas: estou atrasado, atrasado, atrasado.
E hoje?Alguém sabe esperar?
Esperar? A ansiedade vai parar onde com isso? Esperar é um martírio.
Eu quero agora, eu não sei esperar, eu não posso parar.
Um segundo, uma piscada, apenas o espaço da sinapse neural, é o minuto do pensamento. É pra já, pra ontem.
Perdi o valor do tempo, a sabedoria da paciência.
=)
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
APRENDEMOS COM AS ESCOLHAS
Às vezes a vida quer nos testar e nos prega uma peça.
Coloca-nos frente a escolhas que nem sempre sabemos como lidar. Então aparecem ad dúvidas e incertezas.
Qual caminho tomar mediante a uma enxurrada de variáveis?
Ai surgem os “ses”, “ifs”, “sis”...
Na ânsia aceitamos o novo desafio, vamos desbravar o desconhecido e no meio do caminho descobrimos que aquela não foi a escolha certa, não era o que esperávamos. Pronto! Cá está a decepção e a quebra da expectativa e a desmotivação. E o que esperar disso?
O que concluir com essa experiência?
É digno voltar e recomeçar, por isso admita: Eu fiz a escolha errada e quero uma segunda chance.
Aprenda a valorizar o que tem em mãos, pondere o valor de cada objeto, de cada relação, de cada sensação.
Embora em certas ocasiões as escolhas sejam dolorosas, elas fazem parte do nosso crescimento.
=)
Coloca-nos frente a escolhas que nem sempre sabemos como lidar. Então aparecem ad dúvidas e incertezas.
Qual caminho tomar mediante a uma enxurrada de variáveis?
Ai surgem os “ses”, “ifs”, “sis”...
Na ânsia aceitamos o novo desafio, vamos desbravar o desconhecido e no meio do caminho descobrimos que aquela não foi a escolha certa, não era o que esperávamos. Pronto! Cá está a decepção e a quebra da expectativa e a desmotivação. E o que esperar disso?
O que concluir com essa experiência?
É digno voltar e recomeçar, por isso admita: Eu fiz a escolha errada e quero uma segunda chance.
Aprenda a valorizar o que tem em mãos, pondere o valor de cada objeto, de cada relação, de cada sensação.
Embora em certas ocasiões as escolhas sejam dolorosas, elas fazem parte do nosso crescimento.
=)
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
A COESÃO DO INCOERENTE
Nem sei mais quanto tempo faz que não que eu não paro para escrever.
E também, escrever o que? Tudo caminha dentro dos conformes da vida moderna e em total sintonia com o binômio casa-trabalho, trabalho-casa.
Agenda cheia de atividades rotineiras, um marasmo total, nada de especial.
Nada que me cause uma emoção, uma explosão, uma dúvida, uma inquietude de pensamento, que me provoque, me instigue....
E agora, me vejo na mais perfeita cena da típica adolescente em crise existencial.
Altas horas da madrugada e cá estou eu , jogada na cama, escrevendo com o caderno no colo e o lápis na mão. No papel, palavras jogadas e rabiscadas vão fluindo, se unindo e formado um texto ora coeso, ora incoerente.
E a vida lá é coerente?
=)
E também, escrever o que? Tudo caminha dentro dos conformes da vida moderna e em total sintonia com o binômio casa-trabalho, trabalho-casa.
Agenda cheia de atividades rotineiras, um marasmo total, nada de especial.
Nada que me cause uma emoção, uma explosão, uma dúvida, uma inquietude de pensamento, que me provoque, me instigue....
E agora, me vejo na mais perfeita cena da típica adolescente em crise existencial.
Altas horas da madrugada e cá estou eu , jogada na cama, escrevendo com o caderno no colo e o lápis na mão. No papel, palavras jogadas e rabiscadas vão fluindo, se unindo e formado um texto ora coeso, ora incoerente.
E a vida lá é coerente?
=)
Assinar:
Postagens (Atom)