Texto criado para e-mail marketing em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres
Ah, mulher! Que estuda, que opina Que trabalha, que fala, que faz! Doce, guerreira, faceira Que cuida, que pinta, Que borda, que afaga e corre atrás Menina, feminina Poderosa e fina Elegante, majestosa Simplesmente mulher
Dia destes estava conectada no Windows Live, quando vejo um post que dizia assim: “o que completa você?”. A pergunta pareceu-me provocativa, instigante e demandava por uma resposta ampla e filosófica. Fiquei imaginando o que as pessoas responderiam quando perguntadas: “o que completa você?”
Pressuponho que as respostam sejam as mais diversas.
Imaginei que muitas pessoas elencariam bens de consumo grandiosos: carros importados esportivos, mansões magníficas, jato particular, festa de casamento em castelos europeus, passar o resto da vida numa ilha paradisíaca particular com diversos empregados ao bel prazer... Outras, talvez, com sonhos mais simples: concluir os estudos, comprar a casa própria, arrumar um emprego, encontrar o príncipe encantado, casar, ter filhos...
Blá, blá, blá...
E quando tais desejos são alcançados, você está completo? Sentir-se-á satisfeito? Penso que queira mais, sempre mais, mais e mais. Buscará outros objetivos, traçará novas metas e logo depois, sentirá um profundo vazio: eterna insatisfação humana.
Encaro essa questão por um lado mais subjetivo e mais humano. Penso na realização pessoal pautada em bens intangíveis, em sensações, em vivência e experiências que enchem minha memória, que trazem alegria a minha lembrança, que me fazem rir espontaneamente, que me permitam dançar...
De que adianta um superesportivo conversível, se não pode sentir a sutileza do vento? De que adianta uma mansão grandiosa, se não há amigos e família para encher a sala de jantar? De que adianta o piano, se a música não lhe envolve? De adianta uma casa de campo, se a beleza das flores não lhe encanta, se o cheiro de mato não lhe agrada e se o canto dos pássaros lhe incomodam? De que adianta ter (desejar) tanta e tantas coisas, se o simples escapa entre os dedos.
E quando tudo lhe parece cinza As cores lhe faltam aos olhos A vida não tem mais brilho Onde está o entusiasmo? As tarefas do dia-a-dia são um fardo Tudo perdeu o sentido... Há uma luz no fim do túnel? NÃO! Colocaram uma pedra e vetaram a saída. É um balde de água fria É o fim do caminho...
Era uma sala grandiosa com pouca luminosidade. A construção aparentava ser muito antiga, com traços arquitetônicos clássicos e luxuosos. Nobreza e requinte eram transmitidos pelas paredes em tom bege; pelo acabamento em gesso trabalhado, recoberto por uma fina pasta dourada e pela pomposa escadaria em madeira de lei, que levaria ao andar superior daquele palacete.
Ele me tomou pelas mãos, acolheu-me confortavelmente entre seus braços e subimos.
Ao final das escadarias, um salão nobre onde estavam harmonicamente expostas peças de grandes artistas: Da Vinci, Monet, Manet, Declacroix, Michelangelo, Rembrandt, Velásquez, Caravaggio, Renoir, Van Gogh, Picasso, Miró, Dalí...
Estava muito frio, a tempestade de neve da noite anterior havia coberto toda a paisagem. E da janela avistava a paisagem branca e gélida.
Novamente, ele segura docemente minhas mãos, chama minha atenção para as obras e discursa com segurança sobre a história e os detalhes de cada quadro, cada escultura
Surge uma nova rede social e a publicidade ganha um novo canal para desenvolver as ações: o Twitter, um microblog que se tornou mania entre os usuários do mundo todo, acaba de se tornar mais uma alternativa para veiculação de publicidade.
“What are you doing?". Foi assim, com uma simples pergunta, que o Twitter invadiu a Internet, em março de 2006. E hoje, mais de 6 milhões de pessoas ao redor do mundo twittam e atendem a essa e outras tantas perguntas o tempo todo. Os twitteiros postam sobre o que estão lendo, vendo, escrevendo, assistindo, sonhando, falam para onde vão, de onde vieram, o que comem, o que sentem... Mas ultimamente, em suas páginas pessoais, eles também têm indicado produtos, opinado sobre serviços e divulgado promoções.
Cada post, chamado de tweet, não têm mais que 140 caracteres e os usuários escolhem de quem vão receber esses posts tendo como parâmetro o conteúdo gerado pelo following, ou seja, a pessoa a quem se segue.
Com o crescimento de 2.000.000% no número de twitteiros desde que foi criado, twittar é o verbo. E os publicitários estão querendo aprender a conjugá-lo, usando o Twitter como ferramenta de marketing para seus clientes.
A publicidade na nova rede social ainda está em fase experimental, mas algumas empresas já estão se tornando twitteiras, postando na rede, informações sobre novos produtos e promoções.
Fábio Seixas, co-fundador da Camiseteria, uma loja que vende camisetas online, diz que usa o Twitter para ouvir críticas e sugestões dos clientes e respondê-los diretamente. O cliente, estudante de publicidade e twitteiro, Júlio Pio, acha genial a fórmula: “Twittar confere uma ‘cara’ para a empresa”.
Além dos tweets, a imagem de fundo também é uma forma de comunicar e chamar a atenção. E pensando nisso, a Twittad (www.twittad.com) cadastrou usuários interessados em ceder o espaço de 211x484 pixels em suas páginas.
No Twittad, o anunciante escolhe um usuário cadastrado de seu interesse e faz uma proposta. Caso o usuário aceite, ele adiciona a imagem no plano de fundo da sua conta de acordo com o valor e timing negociados, recebendo o valor através do Paypal.
Contudo, o que vale no Twitter é a produção de conteúdo, não apenas a oferta ou a exposição de uma marca. É preciso encará-lo como uma nova mídia, que atende a um novo público, que anseia por novidades, que exige uma nova postura e novos conceitos. Logo, a comunicação, deve ter conteúdo relevante, apelo interativo e dinâmico para poder impactar o novo consumidor.
=)
OBS: Fica o link do meu twitter: www.twitter.com/_tatha_
E esse mal que ainda me aflige Essa ferida que ainda me doi Essa lembrança que não se apaga A verdade que não sei esconder Saberei eu, um dia, conviver com tudo isso sem sofrer? Sem esperar o que não aconteceu? Sem sentir que não vivenciei? Sem dar aquilo que não tive? Somente o tempo há de confortar... E um dia... tão somente um dia... essa dor há de passar.
Se você pensava que objetos pulando para fora da tela e interagindo com humanos eram elementos de filmes de ficção científica, está na hora de mudar seus conceitos. Isso já é possível, real e tem sido largamente utilizado principalmente em campanhas publicitárias ao redor do mundo.
A tecnologia que permite essa nova experiência é a Realidade Aumentada (R.A), definida usualmente como a sobreposição de objetos virtuais tridimensionais, gerados por computador, com um ambiente real, por meio de algum dispositivo tecnológico.
A Realidade Aumentada teve sua origem nas etiquetas de códigos de barras que não estavam mais cumprindo a tarefa de carregar todas as informações necessárias. Por isso, foram criados os códigos 2D (duas dimensões), que permitem o armazenamento de muito mais informações. Os códigos bidimensionais são os responsáveis pela possibilidade de projetar objetos virtuais em uma filmagem do mundo real, melhorando as informações exibidas e expandindo as fronteiras da interatividade. Assim, Realidade Aumentada é a combinação de um código de duas dimensões com um programa de computador.
Atualmente a R.A vem sendo empregada em educação, entretenimento, geolocalização e também na publicidade.
A Sony, gigante do mundo dos eletrônicos e entretenimento, utilizando-se da R.A, prevê o lançamento de um novo bicho virtual chamado EyePet. Lembra-se dos tamagochis, os bichinhos virtuais que fizeram a cabeça de milhões de adolescentes na década de 90? Depois de pouco tempo, eles simplesmente desapareceram, mas os fãs desse tipo de brinquedo podem esperar um novo lançamento. Veja o vídeo:
Com o desenvolvimento das chamadas Novas Mídias e os avanços tecnológicos, as organizações buscam, um posicionamento diferenciado que foca o engajamento do seu público. Uma alternativa para promover os produtos de forma eficiente e atrativa é através da experiência interativa, provocando no usuário a vivência com a marca.
Mais do que uma maneira de fixar uma marca/produto na mente dos consumidores e atender seus anseios, as ações interativas que envolvem entretenimento e informação são maneiras eficientes de se construir uma vivência entre uma marca e o seu target. Nesse contexto, a Realidade Aumentada surge como um recurso gráfico capaz de unir interatividade, entretenimento e informação através de dispositivos online e offline.
Um case que ilustra muito bem a integração das novas mídias e o uso de novas tecnologias é a dos salgadinhos Doritos
A Cubo CC, agência da Pepsico, recebeu o briefing de criar o conceito e a embalagem, além de ajudar a escolher o sabor, de um novo Doritos. “Aproveitamos esta oportunidade e não apresentamos só um produto para eles, mas uma estratégia inteira de comunicação”, conta Roberto Martini, sócio fundador. Assim nasceu o Sweet Chili e sua embalagem com símbolo de realidade aumentada que, ao ser mostrado para a webcam, liberta um Doritos Lover, o monstrinho louco por Doritos. Ele pode ser adicionado ao Orkut, por meio de um aplicativo. Com vida própria, os monstrinhos visitam, aleatoriamente, outros perfis que também tenham Doritos Lovers, criando uma oportunidade para que o consumidor aborde e adicione novas pessoas a sua rede de amigos.
Outro case que também merece destaque é aplicativo do Bradesco para iPhone 3GS, que uni tecnologia de ponta, promove a interação e a prestação de serviço de geolocalização. Tudo isso aliado ao novo posicionamento da marca: presença.
Através da mistura de elementos virtuais em ambientes físicos, o aplicativo informa ao usuário a distância do estabelecimento do Bradesco mais próximo, atualizando os dados conforme mudança de posicionamento. Além disso, o “Presença” funciona como uma bússola (GPS) indicando através de setas os caminhos que o usuário pode seguir para chegar até as agências e caixas eletrônicos mais próximos.
Na era da conexão, os consumidores estão cada vez ativos e a interação destes com as mídias tendem a fortalecer. A integração humana com os aparatos tecnológicos já faz parte do cotidiano. Agora, cabe ao anunciante (e às agências também) utilizar esses recursos de maneira a oferecer uma experiência realmente interessante ao target.
Muito se tem questionado sobre quais os meios mais adequados para atingir o consumidor moderno. Quais são os veículos que resultam nos maiores impactos e quais deles conferem o melhor resultado e o maior índice de retorno.
Mas antes de qualquer análise, devemos lembrar que o consumidor não é mais o mesmo. Seus hábitos mudaram e com isso, seu comportamento no que se refere a consumo de mídia também mudou.
Diferente de que víamos anos atrás, ele não mais reúne a família em frente à TV para ver o noticiário ou a novela no horário nobre, não lê o jornal pela manhã degustando um belo e tranqüilo café da manhã, não “conversa” com o locutor favorito quando ouve a programação no rádio...
Hoje, o consumidor faz tudo isso junto ao mesmo tempo agora.
A frase parece redundante ou exagerada? Mas esse é o contexto em que o “novo consumidor” está inserido. Agora ele “scanneia” o jornal pela manhã, enquanto recebe no smartphone as atualizações do clima e do trânsito, cruza as informações no GPS e obtém a melhor rota para o escritório. No carro zapeia as emissoras de rádio em busca de notícias, que são mescladas às músicas mais tocadas nas “paradas”. O computador e a internet, antes apenas ferramentas de trabalho, passaram a fazer parte do cotidiano.
Assim, é possível, ao mesmo tempo, navegar na internet, montar planilhas em Excel, ouvir MP3, jogar em rede, criar apresentações em Power Point, assistir TV, ler notícias, participar de fóruns e comunidades, compartilhar dados e ainda fazer uma pesquisa.
Trabalho e lazer não têm mais tempo demarcados e/ou pré-definido. Tudo é uma coisa só. E é em meio a esse conglomerado de apelos que a marca do anunciante tem que aparecer e ganhar destaque. Então, qual a melhor maneira para vencer a luta e obter a tão desejada atenção?
Simples, como afirma o novo posicionamento do Banco Bradesco: presença. Sim, presença! Presença em todas as mídias, em todos os meios a todos os momentos. É como diz o velho ditado “a união faz a força”. É a união dos esforços em mídia que fará o sucesso da campanha. E a esse esforço damos o nome de cross media.
Também conhecido como Marketing 360°, o conceito de cross media consiste basicamente em toda ação simultânea de diferentes mídias – impressa, TV, rádio, cinema, feiras, eventos e Internet - para a promoção de uma mesma campanha, empresa ou produto com o diferencial da utilização da mídia interativa.
Viviane Varandas, diretora de atendimento da Millward Brown do Brasil, explica que o cenário de mídia atual, demanda a prática da comunicação 360 graus em função da fragmentação e da simultaneidade de meios, das novas possibilidades de comunicação e da interação dos consumidores com as novas mídias existentes, especialmente a internet.
Logo, no cross media os esforços de comunicação são destinados a uma gama de veículos, permitindo chegar até o potencial cliente de forma mais diversificada, diminuindo assim os riscos e aumentando as chances de sucesso. Mas é importante salientar que não basta fazer várias peças em diferentes meios, mas sim integrar todas em uma única campanha. Os meios devem estar unidos e percebidos pelo target como complementares e integrados.
Queria um pouco de estabilidade. Na verdade, queria muita. To cansada de vomitar nas montanhas-russas. Queria a linha horizontal... a tênue e sempre linha do horizonte...
Recebi esse texto via e-mail e achei impossível não compartilha-lo, pois a intensidade do perdão é muito forte. Fica a dica para repensarmos em nossas atitudes e comerçarmos 2010 melhor, mais humanos e mais fraternos =)
Dezembro é um mês para ser vivido com toda a intensidade. Não há motivos para não curtir dezembro como ele merece. Chegamos ao último mês do ano. Só isso já dá para comemorar. Por pior que tenha sido este ano, chegamos vivos até aqui. Comemore!
Dezembro é Natal. Natal é renascer. Não importa como tenha sido este ano, dezembro é tempo de Natal e de renascer, renasça neste dezembro. Como renascer é "nascer de novo", dezembro é tempo de perdoar o passado. Perdoe tudo neste dezembro. Comece perdoando a você mesmo. Perdoe seus erros, suas decisões equivocadas, suas falhas, seus amores não correspondidos. Perdoe tudo. Perdoe as outras pessoas. Perdoe seus parentes, seus amigos, seus clientes. Não importa o que eles tenham feito. Perdoe! Dezembro é tempo de perdão. Se você não perdoar, não conseguirá renascer, pois dentro de você ainda ficará um resto da velha pessoa que deve morrer para que a outra nasça. E esse outro você, deve nascer criança, leve, sem malícias, sem rancores. Aproveite o embalo e já nasça perdoando por antecedência tudo e todos para entrar no ano novo realmente renascido, novo.
Só que, para poder perdoar, você deve agradecer. Só os agradecidos sabem perdoar. Dezembro é tempo de agradecer. Agradeça a todos aqueles a quem deve perdoar. Ou seja, agradeça a todos, sem exceção - seus parentes, seus amigos, seus clientes e até aqueles que, você sabe, desejaram o seu fracasso. Sem agradecer você não consegue perdoar e sem perdoar você não conseguirá renascer. Dezembro é tempo de gratidão e perdão. Dezembro é diferente!
Agradecendo e perdoando, você terá o dezembro que merece e verá que este mês tem uma mágica e uma mística que nenhum outro possui. Só depende de você!