Não me deixe agora

sexta-feira, 21 de março de 2008

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Não me deixe agora
Que a chuva começa a cair
E faz escuro lá fora.

Não me interrompa agora
Entrei calado nessa relação
Mas não quero sair mudo.
Preciso dizer-lhe tudo.

Não pare agora!
Não há como voltar atrás
O que aconteceu tirou minha paz.

Não me deixe agora
Sei que sou parte de você
Lembra dos nossos planos?
Ainda vamos realizar

Lutei, relutei pra entender
Que chuva, noite e solidão não combinam
Preciso dizer que te amo
Então não me interrompa,

Meu coração bate forte
Ouça como ele chora
Então não me interrompa

Não me deixe agora!

6 comentários:

_TaTHa_ disse...

Vou "plagiar" esse poema.
UAhsuhasuAHsuahsuas
Depois explico porque...
... pq eh perfeito
... pq condiz com o contexto
... pq vc consegue redigir as relações humanas
... pq vc eh xou
Good girl
Bjo
=)

Alcides disse...

Tatha,

Pode "plagiar", sinta-se a vontade.Quando aceitei o convite da Cris para entrar neste blog eu tinha o mesmo receio que ela: que alguns dos nossos manuscritos fossem copiados sem os devidos créditos.Depois me acostumei com a idéia de que posso registrar alguns.Os outros, que podem ser úteis para outras pessoas, devem, perfeitamente, fazer parte de TODO PENSAMENTO DO UNIVERSO, e de todo sentimento também.

Um beijo!

Alcides

Flávia Fabri Cesário disse...

Medo da perda, medo do tempo perdido, medo da solidão...foi tudo que senti ao ler teu poema. Belíssima por sinal. Mas, isso nem é mais novidade, né D. Cris? rs
Beijo! :)

cRIS disse...

Oi Flá e Tatha,

Esse texto lindo e maravilhoso não é meu. É do Alcides!

Querido,

Essa coisa de ter medo, de ter que falar, de tirar a paz de "sou você"...perfeito!! Esse texto descreve muito bem aquela coisa da paixão, aquela inquietação, certa angústia, os medos todos, até aquela vontade de ser mesmo a outra pessoa....demais!

Flávia Fabri Cesário disse...

Estou ansiosa para ler noviadades!
Beijo!

Lunatiquices disse...

Eu sou uma fã suspeita desse grande poeta...rs...
Alciddes, obrigada por sempre me apoiar, mas será que algum dia chegarei a seus pés? Sei não, heim...